sábado, 18 de outubro de 2014

OPINIÕES E VONTADE DE DEUS - Professor Pádua


“Entrem pela porta estreita"
(Jesus, em Mateus 7.14)

Faça uma revisão da sua caminhada.
O caminho estreito (do Evangelho) se faz dentro do caminho largo (do mundo), só que na direção oposta.

Seu TEMPERAMENTO natural é o caminho largo, mas você escolhe o caminho estreito e vai na direção oposta.
Seus DESEJOS NATURAIS são o caminho largo, mas você escolhe o caminho estreito e procura fazer a vontade de Deus, mesmo contra a sua.
Suas OPINIÕES são o caminho largo, mas você escolhe o caminho estreito e submete suas opiniões às instruções de Deus na Sua Palavra.
Seus PROJETOS são o caminho largo, mas você escolhe o caminho estreito e realiza seus projetos com a cruz de Cristo nas costas.

Então, convide o Espírito Santo para reavivar a sua vida, sabendo que reavivamento espiritual não é um jeito de adorar, não é um espetáculo, mas um desejo forte e feliz de viver pelo Espírito Santo em todos os momentos da vida, não só nos de culto.

Quando entramos pela porta estreita do Evangelho, podemos saber que o Espírito Santo nos levou até lá. Jesus nos convida a entrar pela porta estreita. E é para lá que nós vamos.

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SUCESSO OU FAMA - Professor Pádua


Somos escravos dos estereótipos. Esperamos que as pessoas ajam do modo que achamos que deveriam agir. Às vezes, até vemos o que não fizeram e ouvimos o que não disseram, tantas certezas temos em nossos julgamentos prévios. Quanto trocamos de lado, ainda reclamamos quando vêem o que não fizemos e ouvem o que não dissemos. Se não queremos ser algozes ou vítimas dos estereótipos, precisamos atravessar a linha que divide os nossos mundos.

Precisamos ver. Precisamos ouvir. Precisamos ver dignidade e bondade em quem não crê como nós cremos. Um intelectual precisa ouvir aquele que nunca estudou. Uma pessoa de fé não deve ser julgada como inimigo da razão. Certamente, muitos que conviveram com Jesus Cristo deixaram de ouvi-lo por causa dos preconceitos que os escravizavam.

O modo de Deus agir inspira outra reflexão em função do modo de ser da nossa sociedade, que dá exagerada ênfase à fama. A maioria das pessoas quer ser famosa, imaginando que a felicidade consiste em ser famoso. A televisão é o grande espelho desta forma equivocada de ser. Há programas que exploram essas crenças popular em torno da fama. Os famosos são idolatrados, como se fossem pessoas especiais.

Cada um de nós deve ser o máximo no seu campo de estudo ou de trabalho. Cada um de nós deve buscar o sucesso, nem nunca esquecer os valores do Reino de Deus. A fama pode ser uma face do sucesso, mas jamais devera ser a meta de uma pessoa. O sucesso, sim; a fama, não.

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DESTRUINDO FORTALEZAS - Professor Pádua


"Pois, embora vivamos como homens, não lutamos segundo os padrões humanos. As armas com as quais lutamos não são humanas; pelo contrário, são poderosas em Deus para destruir fortalezas." (2 Coríntios 10:3-4)

A espada do Espírito, falada em Efésios 6, não serve só para desviar um golpe do inimigo; é também para desferir golpes. Isso é algo que o diabo não quer que você saiba.

Ele não quer que você comece atacando, porque se você estiver sempre se defendendo somente, ele estará numa posição superior. Mas se você estiver atacando, você é que estará em posição superior.

Portanto, não apenas devemos usar a espada do Espírito para nos defender contra as tentações e condenações do inimigo, mas devemos também usa-la para atacar.

Em Atos 8, encontramos esse modelo na vida de Felipe, ao compartilhar o evangelho com um homem que tinha vindo da Etiópia e estava à procura de Deus. Felipe estava evangelizando em Samaria e as pessoas estavam chegando à fé. Mas então Deus lhe disse: "Vá para o sul." E Felipe, como um bom soldado preparado para a batalha, foi. Ele puxou a espada do Espírito: a Palavra de Deus.

Felipe pregou sobre Jesus a esse homem, porque ele conhecia a Palavra de Deus e foi capaz de usá-la no momento certo.

Não se enganem: há autoridade e poder na Palavra de Deus. Minhas palavras desaparecem, mas a palavra de Deus penetra e perfura.

Poderíamos passar o dia todo tentando defender e explicar a Bíblia, mas eu tenho uma ideia melhor: use a espada do Espírito. Isso é o que Felipe fez, e é isso que precisamos fazer também.

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sábado, 4 de outubro de 2014

ESPADA - Professor Pádua


"Usem o capacete da salvação e a espada do Espírito, que é a palavra de Deus." (Efésios 6:17)

Muitos crentes têm toda a sua armadura espiritual pronta, mas nunca usam sua espada. Eles falam sobre a espada, estudam-na, comparam suas espadas com as dos outros. Mas nunca a usam no campo de batalha espiritual.

Na verdade, o diabo ficaria satisfeito se os crentes mantivessem as suas espadas apenas na bainha. O diabo conhece muito bem o poder e a autoridade da espada do Espírito, que é a Palavra de Deus.

Hebreus 4:12 diz: “Pois a palavra de Deus é viva e eficaz, e mais afiada que qualquer espada de dois gumes; ela penetra ao ponto de dividir alma e espírito, juntas e medulas, e julga os pensamentos e intenções do coração.”

Deus diz de Sua própria Palavra em Isaías 55:11: "Assim também ocorre com a palavra que sai da minha boca: Ela não voltará para mim vazia, mas fará o que desejo e atingirá o propósito para o qual a enviei."

Há poder e autoridade na Palavra de Deus. É por isso que o diabo não quer que você use essa incrível arma que Deus lhe deu.

Você se lembra de como Jesus usou a espada da Palavra de Deus para se defender quando enfrentou ataque espiritual no deserto? Jesus era Deus. Ele não tinha que aturar ou lidar com o diabo. Ele poderia ter saído daquela situação com muita facilidade. Mas, em vez disso, Ele nos mostrou o caminho certo para lutar contra a tentação: com a PALAVRA DE DEUS.

Então, quando o diabo buscar atacá-lo com tentação, medo, dúvida, ou trazendo à tona os pecados passados que você já confessou e dos quais já foi perdoado, lembre-se da espada do Espírito. Puxe-a para fora de sua bainha e use-á de forma agressiva para se defender.

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FÉ - Professor Pádua


"Além disso, usem o escudo da fé, com o qual vocês poderão apagar todas as setas inflamadas do Maligno."(Efésios 6:16)

O que é esse tal escudo da fé ao qual Paulo se refere? Lembre-se de que quando ele escreveu essa carta aos cristãos de Éfeso ele estava acorrentado a um guarda romano. Tinha tempo de sobra portanto, para observar a armadura romana.

O escudo era feito de madeira. Era um objeto retangular de cerca de um metro e vinte centímetros de altura e sessenta centímetros de largura.

Antes do embate cara-a-cara com o inimigo, o soldado frequentemente se deparava com uma salva de flechas flamejantes vindas de todo lado. A função delas era desanimar e confundir.

Assim, os soldados romanos juntavam seus escudos para proteger-se dessa investida de flechas acesas. Precisavam pôr os escudos acima e à frente da proteção que os peitorais das armaduras ofereciam.

O mesmo vale para nós. O diabo vai lançar flechas flamejantes sobre os cristãos. Podem ser flechas de luxúria, de ódio, de orgulho, de inveja, de cobiça, de dúvida, de ansiedade ou de qualquer outro tipo de pecado. Serão lançadas principalmente no âmbito de nossos pensamentos.

Ele ergue um fogo de barragem com flechas acesas em momentos estratégicos, como na hora em que decidimos ler a Bíblia ou frequentar a igreja. Flechas acesas virão em nossa direção em momentos de provação e dificuldade.

É nessas horas que você precisa erguer o escudo da fé — não o escudo dos sentimentos, nem o das emoções, mas o escudo da fé. Baseie sua fé no que Deus fez por você, não no que você está sentindo em determinado momento.

Emoções vão e vêm. Às vezes você se sente ótimo. Às vezes não sente nada. É aí que aprende a usar o escudo da fé.

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SALVAÇÃO - Professor Pádua


"Usem o capacete da salvação e a espada do Espírito, que é a palavra de Deus." (Efésios 6:17)

Há um grande número de motociclistas hoje em dia que não gosta das leis que obrigam o uso de capacete. Mas, se você se envolver em um acidente e cair, um capacete de repente soa como uma ideia realmente boa. Um capacete poderia literalmente mantê-lo vivo.

Para o soldado romano, o capacete era importante porque, obviamente, protegia a sua cabeça. Ele era feito de couro, envolto em metal e projetado para resistir a um golpe esmagador contra a cabeça.

Como cristãos, temos de colocar o capacete da salvação que o apóstolo Paulo fala, porque os nossos pensamentos, mente e imaginações devem ser protegidos, pois é onde a maioria das tentações começa.

Provérbios 23:7 diz: "Porque, como imaginou no seu coração, assim é ele [...]" Satanás reconhece o valor de obter uma posição no reino dos pensamentos e imaginações, porque isso irá preparar o caminho para que o pensamento se transforme em ação.

Como se diz: "Semeie um pensamento, colha um ato; semeie um ato, colha um hábito; semeie um hábito, colha um caráter; semeie um caráter, colha um destino." Tudo começa com um pensamento.

Embora não possamos controlar todas as coisas às quais estamos expostos nesse mundo, podemos controlar algumas delas. Podemos controlar o que assistimos na televisão, em casa. Podemos controlar quais filmes escolhemos ver. Podemos controlar o que escolhemos ler e quais músicas ouvimos.

Cuidado com o que você permite entrar em sua mente. Proteja-se com o capacete da salvação.

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VERDADE - Professor Pádua


"E tendo os pés calçados com a prontidão do evangelho da paz." (Efésios 6:15)

As sandálias ou sapatos que Paulo descreve em Efésios 6, não somente nos dão estabilidade no solo, mas também mobilidade. Esses não são sapatos desconfortáveis ou que você deseje sempre mantê-los brilhando. Mas, sim, um calçado que permite você mover-se a qualquer momento.

Como 1 Pedro 3:15 nos diz: "[...] Estejam sempre preparados para responder a qualquer que lhes pedir a razão da esperança que há em vocês." Na língua original, essas palavras soam como se você estivesse apresentando uma defesa em um tribunal.

Assim, devemos estar sempre prontos para apresentar uma defesa sobre aquilo que acreditamos. Precisamos estar sempre prontos para aproveitar as oportunidades de compartilhar o evangelho.

Alguns reclamam: "O Senhor nunca dá oportunidades para eu compartilhar a minha fé." Acho que ele o faz sim, só que na maioria das vezes não estamos prestando atenção. As oportunidades estão ao nosso redor, por toda a parte. Às vezes a gente só precisa empurrar um pouco a porta da oportunidade.

Precisamos conversar com as pessoas. Jesus sentou-se com a mulher no poço, pediu-lhe um copo de água, começou a conversar com ela e logo passou para uma conversa espiritual.

As pessoas raramente virão bater à sua porta para perguntar o que devem fazer para serem salvas. Geralmente, haverá outros tipos de oportunidades, mas você precisa manter sua antena espiritual ligada, por assim dizer e aproveitar o momento quando ele aparecer.

A armadura de Deus não é apenas para conservarmos nosso território. É também para avançarmos em outros territórios.
Ganhamos território quando estamos calçando nossos sapatos e entramos pelas portas da oportunidade que Deus nos abre.

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MODERAÇÃO - Professor Pádua


“Porque Deus não nos deu o espírito de covardia, mas de poder, DE AMOR e de moderação” - 2 Timóteo 1:7

O ESPÍRITO DE MODERAÇÃO ("sofronismou", no original) que Deus nos dá pode ser pensado em muitas direções. Temos a força e temos o amor. O que nos falta?

Falta-nos sabedoria para pôr o poder e o amor em ação. Faltava, mas não falta mais, porque Deus também nos deu este espírito de sabedoria, moderação, equilíbrio. Ser moderado é controlar as emoções, quando devem ser controladas, é liberar as emoções, quanto devem ser liberadas. Ser moderado não é ser contido, mas ser equilibrado. Ser equilibrado não é ser fechado, fleumático, para dentro; é ser aberto; é ser capaz de caminhar por entre os extremos.

Moderação também é a capacidade que Deus nos dá para julgar os outros do mesmo modo que queremos ser julgados. Como gostamos de julgar! Como achamos corretos os nossos julgamentos! Como gostamos de não ser julgados! Como achamos que os julgamentos dos outros sobre nós não são corretos! Por isto, precisamos do espírito de moderação.

Moderação é ainda a capacidade que Deus nos dá para discernir o tempo e as coisas, de modo a poder decidir e agir com prudência, na hora certa e sem precipitação.
Como é difícil a moderação!
Como é fácil falar na hora de calar!
Como é fácil comprar na hora de poupar!
Como é fácil calar na hora de falar!
Como é fácil guardar na hora de gastar!
Precisamos do espírito de moderação.

Moderação é também a capacidade que Deus nos dá para persistir nas causas que abraçamos, sejam elas profissionais, familiares ou eclesiásticas. Na cultura do fácil, desistimos quando o bom é difícil e duro, esquecidos que o melhor é sempre o mais difícil. Precisamos de disciplina própria, que nos faça ter método e paciência para alcançar os alvos que elementos para nossas vidas. Graças a Deus que Ele nos dá o espírito da moderação.

Assim, quem tem poder (força), amor (que é derramamento) e moderação (que é sabedoria de vida), de que mais precisa?

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CINTO DA VERDADE - Professor Pádua

"Assim, mantenham-se firmes, cingindo-se com o cinto da verdade, vestindo a couraça da justiça"(Efésios 6:14)

Em sua descrição da armadura de Deus em Efésios 6, Paulo não começa com os objetos mais conhecidos, como a espada ou o escudo. Ao invés disso, começa a sua lista dizendo-nos para nos cingir com "o cinto da verdade".

De que Paulo estava falando? Precisamos raciocinar como um "soldado romano" por um momento.

Os romanos não usavam calças, como fazemos nos dias de hoje. Eles usavam vestes ou togas, geralmente curtas no campo de batalha. Então, para mover-se rapidamente no campo de batalha, o soldado romano precisava puxar a toga até acima dos joelhos.

Estando o cinto afivelado significava simplesmente que ele iria puxar para cima a sua toga e apertar o cinto uns dois furos, o que lhe daria a liberdade de movimentos que precisava.

O cinto não era uma peça de destaque nas armaduras, mas era essencial para todo o resto. O peitoral estava preso ao cinto, assim como a bainha da espada. Se o seu cinto caísse, sua couraça iria cair e sua toga também - você pode ter a espada mais afiada na bainha, mas você está destinado a tropeçar em sua própria veste e parecer bem tolo nesse momento.

Assim, o cinto era importante. É por isso que Paulo o colocou no topo da lista.

Ter seu cinto apertado significa que você está pronto para a batalha e pronto para se mover. Precisamos estar sempre prontos. Não podemos nos dar ao luxo de tirar um ou dois dias de folga espiritualmente. Temos que manter nossa armadura em todos os momentos, porque no momento em que a tiramos, o diabo vai estar lá para nos atingir com força total.

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AMOR - Professor Pádua


“Porque Deus não nos deu o espírito de covardia, mas de poder, DE AMOR e de moderação” - 2 Timóteo 1:7

O ESPÍRITO DE AMOR ("ágape", no grego) que Deus nos dá é o amor que surge na mente e na vontade e se realiza nas emoções. Este tipo de amor é um dom de Deus, porque só Ele o tem naturalmente, nós o recebemos dEle sobrenaturalmente. Só Ele o tem, mas Ele no-lo dá.

Sua primeira manifestação, portanto, é receptiva. Deus nos dá o espírito de ser amado por Ele. A timidez age aqui também sobre nós, impedindo que aceitemos este amor. Este amor em nós é produtivo, no sentido que nos impulsiona para fora de nós mesmos, em direção a Deus e ao outro.

O amor que Deus nos dá é o amor que se esvazia de si mesmo, como Seu Filho fez. É o amor que não existe na troca (dar-receber). Isto está contra a nossa natureza, contra os nossos genes. É este amor-entrega a Deus que faz o servo de Deus se dispor a sofrer as conseqüências do poder do Evangelho em sua vida. É este amor-auto-esvaziado que nos impulsiona a amar as pessoas, mesmo os inimigos.

Se alguém pudesse me interromper, gritaria:
-- Alto lá, pregador. Você está sendo teórico demais, poético demais.

Pois eu respondo, não temos amado deste modo, mas nós temos o poder de amar assim, porque Deus no-lo deu. Não é Ele o teórico: somos nós.
E só não somos práticos porque temos medo, embora saibamos que o Pai não nos legou com o espírito da covardia. Não precisamos ter medo de amar, porque temos o dom de amar como o Pai nos ama, como Seu Filho nos ama, como Seu Espírito nos ama.

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sexta-feira, 3 de outubro de 2014

PODER - Professor Pádua


“Porque Deus não nos deu o espírito de covardia, mas de poder, de amor e de moderação” - 2 Timóteo 1:7

O ESPÍRITO DE PODER (no grego, "dunamis") que Deus nos dá é o poder para viver, apesar das adversidades, e para testemunhar, apesar das pressões e de nós mesmos.

O dom de Deus nos capacita com o poder de enfrentar as ondas de dificuldades da vida. O poder de Deus não se manifesta necessariamente em tirar os problemas de nossa frente, mas principalmente em nos fazer triunfar sobre eles.

O dom de Deus nos capacita com o poder de superar nossas próprias limitações, principalmente a limitação da covardia, do medo e da timidez. Os tímidos, inclusive no plano psicológico, precisam receber o poder de Deus para explodir. Enquanto não receberem esta dinamite espiritual, não vão sair das cavernas que são suas vidas, para os montes em que deveriam ser.

O dom de Deus nos capacita com o poder da coragem para ousar o que deve ser ousado, tanto no plano espiritual quanto no plano profissional. Não tenhamos medo, que não provém de Deus. Muitos crentes têm medo de usar seus dons, e assim testemunhar de Deus, porque receiam o ridículo, a zombaria, a crítica, a oposição e a violência.

Deus nos equipa e seu equipamento não inclui o medo. Se estamos ansiosos, se estamos apavorados, estes sentimentos não vêm de Deus a quem chamamos de "Pai".

O Espírito Santo nos infunde o espírito do poder quando começamos a testemunhar (viver por/para Cristo), nunca antes.

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ARMADURA - Professor Pádua


"Por isso, vistam toda a armadura de Deus, para que possam resistir no dia mau e permanecer inabaláveis, depois de terem feito tudo." (Efésios 6:13)

Quando o apóstolo Paulo escreveu sua carta aos efésios, ele estava acorrentado a um guarda romano. Então, quando lemos a sua descrição da armadura de Deus, começando no capítulo 6, é importante notar que Paulo teve bastante tempo para observar armaduras romanas. Lá estava ele, 24 horas por dia, observando capacete, proteções, espada, etc.

Essa descrição não foi dada aleatoriamente, da cabeça de Paulo, simplesmente para passar o tempo. Pelo contrário: essas palavras foram inspiradas por Deus. Há um significado por trás de cada palavra que Paulo usou para cada parte da armadura.

Paulo identifica seis partes da armadura. As primeiras três - cinto, couraça e sapatos, eram para proteção de longo alcance e nunca eram removidas no campo de batalha. As outras três - o escudo, o capacete e a espada, eram mantidas em prontidão para o uso, quando começava a luta. Assim, vemos o quanto cada peça era importante.

Afinal de contas, você poderia usar o seu capacete, a sua couraça e o seu escudo, mas sem uma espada você iria encontrar-se na infeliz posição de apenas poder defender-se. Ou você poderia usar os seus sapatos, o seu cinto e ter a sua espada na mão, a qual lhe permite atacar fortalezas inimigas, mas iria perder rapidamente o que você tivesse conquistado, devido à sua defesa inadequada, sem suas proteções.

Precisamos de toda a armadura. Não cabe a nós escolher uma ou outra parte; é um pacote. Deus nos deu armas espirituais claras e definidas para lutarmos. Compreender o que são e como usá-las pode fazer toda a diferença em nossas batalhas espirituais.

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PASSADO - Professor Pádua


Talvez seu passado não seja algo que lhe dê orgulho. Talvez você viu o Mal e agora tem que fazer uma escolha. 

Você supera o passado e faz a diferença? Ou permanece controlado por ele e cria desculpas?

Muitos escolhem a segunda opção. Muitos escolhem as casas de recuperação do coração. Corpos saudáveis. Mentes inteligentes. Mas, sonhos aposentados. Chegue bem perto e você os escutará. “Se…” “Se eutivesse tido pais melhores, mais dinheiro, maiores oportunidades.” “Se eu tivesse sido tratado com justiça…” Talvez você usou essas palavras. E talvez você tenha todo o direito de usá-las.

Deus está disposto a lhe dar o que sua família não lhe deu. Gálatas 4:17 diz, “Assim, você já não é mais escravo, mas filho; e, por ser filho, Deus também o tornou herdeiro”. 

Nunca teve um(a) pai(mãe) que enxugasse suas lágrimas? 
Pense novamente. Deus notou cada uma delas!

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TEMPESTADES - Professor Pádua


"Naquele dia, ao anoitecer, disse ele aos seus discípulos: 'Vamos atravessar para o outro lado'" - Marcos 4.35

No Evangelho de Marcos, encontramos uma interessante história onde Jesus convida os seus discípulos (alguns deles pescadores experientes) para uma viagem de barco através do Mar da Galileia. No caminho, eles se deparam com uma enorme tempestade.

Logo surge a questão: "Jesus sabia que uma tempestade estava por vir?" A resposta é: sim. De fato, podemos até dizer que era parte de sua "lista de atividades" daquele dia. Era tudo parte do processo de ensinar os discípulos a acreditar.

Não quero diminuir aquilo que os discípulos estavam experimentando, pois tenho certeza que era uma tempestade muito violenta. Muitas pessoas já tinham visto tempestades terríveis no Mar da Galileia. Sendo assim, teria que ser algo realmente muito forte para que os discípulos ficassem tão impressionados e com medo como, de fato, ficaram. De acordo com o Evangelho de Marcos, as ondas quebravam dentro do barco e o enchiam de água.

Os discípulos estavam com muito medo. Mas não precisavam. Jesus usou uma frase firme e direta, a qual aparentemente eles haviam esquecido: "Vamos atravessar para o outro lado".

Quando Deus diz "Vamos atravessar para o outro lado", significa que você chegará no outro lado. Ele só não garantiu que seria um passeio calmo e suave. Não disse que seria uma viagem fácil. Ele apenas garantiu: "Vamos atravessar para o outro lado".

Muitas vezes somos tomados pelo medo e levados a pensar de maneira lógica, esquecendo-nos da palavra de Deus. Isso é exatamente o que aconteceu com os discípulos. Mas Jesus estava a bordo com eles e Ele estava lá para guardá-los.

Você vai chegar do outro lado.

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