domingo, 29 de junho de 2014

SORRISO DE UMA CRIANÇA


Dedico este texto a um ser muito lindo, chamado... #Kyara   

Se existe algo belo na face da Terra, esse algo é certamente o sorriso de uma criança. Explico.

O sorriso de uma criança não é algo que se constrói. Não pode ser vendido. Não tem receita. Não tem marca. Não tem bula. Não tem selo. Não tem etiqueta. Portanto, não é falso. Ele é genuinamente verdadeiro.

O sorriso de uma criança vem de dentro do seu coração. Da pureza de um coração que ainda não aprendeu a mentir, a falsear, a enganar, a ser mal educado, a ser socializável, a ter um sorriso de soslaio como tem os adultos sempre nas horas mais impróprias.

Quando uma criança sorri, ela sorri porque algo a fez feliz naquele momento. Ela sorri porque se recordou de algo bom que viveu. Seu sorriso é mais do que isso: ela pede, solicita e suplica que lhe devolva aquele momento que a fez recordar de uma boa lembrança ou de uma lembrança suficientemente boa.

O sorriso de uma criança é generoso por si. Ele nos cala, mas também nos faz falar. Ele dói, mas a dor é prazerosa. Ela nos toca, mas não no coração, é na alma. Ele nos tira o fôlego, mas é para podermos respirar melhor no momento seguinte. Ele nos acalma. Nos aquieta. Pode até nos inquietar. Ele nos satiriza, mas é por uma boa causa. Ele nos dá esperança, mas essa esperança é vã.

A esperança vã é de saber que aquela criança e aquele sorriso pode até se perder no futuro sorriso do adulto que se transformará, mas em algum dado momento, ele retornará ao seu verdadeiro dono no instante exato que encontrar o sorriso de uma outra criança. A criança que foi. A criança que se é. A criança que se tornou.

A TUA VONTADE...


Há pouco, eu conversava com uma pessoa muito querida e a mesma me questionava: "Meu professor, por que é tão difícil orar e se conformar com a vontade de Deus?".

Gosto deste tipo de pergunta. Não vou teologizar. Vou m
editar e compartilhar com vocês...

"Indo um pouco mais adiante, prostrou-se com o rosto em terra e orou: 'Meu Pai, se for possível, afasta de mim este cálice; contudo, não seja como eu quero, mas sim como tu queres'." (Mateus 26:39)

Infelizmente, há pessoas que ensinam que não devemos orar: "Seja feita a tua vontade e não a minha", porque orando assim, supostamente se estaria anulando aquilo que se acabou de pedir.

Isto é um absurdo. Se Jesus orou assim, certamente, devemos seguir o seu exemplo.

Ele nos deu o mesmo padrão quando disse: "Venha o teu Reino; seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu" (Mateus 6:10). Eu nunca preciso ter medo de dizer: "Senhor, seja feita a Tua vontade."

Há ainda, alguns que dizem que só devemos orar por uma coisa de cada vez. Caso contrário, estaríamos demonstrando falta de fé.

No entanto, Jesus ensinou aos Seus discípulos: "Por isso lhes digo: Peçam, e lhes será dado; busquem, e encontrarão; batam, e a porta lhes será aberta" (Lucas 11:9). Desistimos muito facilmente, às vezes.
Não saberemos a vontade de Deus em todas as situações. Há momentos em que, ao conhecer a vontade de Deus, não vamos gostar. Finalmente, há momentos em que vamos conhecer a vontade de Deus e não a entenderemos.

Eu gosto muito do que o saudoso D. L. Moody disse: "Espalhe seu pedido diante de Deus, e em seguida, diga: 'Tua vontade e não a minha deve ser satisfeita.'" Moody concluiu: "A lição mais doce que eu aprendi na escola de Deus é deixar que o Senhor escolha para mim."

- E você? Já descobriu essa verdade em sua vida?
Nunca devemos ter medo de confiar um futuro desconhecido a um Deus conhecido.
Nos abençoe!
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CULPA - John Owen


Esforce-se por encher sua mente e sua consciência com uma percepção clara e constante da culpa, do perigo e do mal do desejo pecaminoso que está perturbando você.

1. A culpa do seu desejo pecaminoso

O cristão precisa se recusar a ser enganado pelos argumentos enganosos da sua natureza pecaminosa. Ela sempre procurará apresentar desculpas para diminuir a gravidade da sua culpa. Está sempre pronta a raciocinar da seguinte maneira: "Talvez isto seja mal, mas há coisas que são piores! Outros santos não apenas têm pensado nessas coisas como as têm praticado..."

Mediante centenas de maneiras diferentes o pecado procurará impedir que a mente elabore uma compreensão correta da sua culpa. Como os profetas nos disseram: "A sensualidade, o vinho e o mosto tiram o entendimento" (Os. 4:11).

Da mesma maneira como estes desejos pecaminosos têm pleno êxito em produzir isso nos não-cristãos, assim também, até certo ponto, terão sucesso ao agirem nos cristãos.

Em Provérbios, encontramos um quadro triste de um jovem que foi seduzido por uma prostituta. Este jovem carecia de "juízo" (Prov. 7:7). Qual era exatamente o "juízo" de que carecia? A resposta é que não sabia que entregar-se a sua lascívia iria lhe "custar a vida" (Prov. 7:23) - não levou em conta a culpa do mal no qual estava envolvido.

Se quisermos mortificar o pecado, precisamos perceber plenamente que ele procurará prejudicar nossa percepção da culpa envolvida nele. Precisaremos, então, fixar uma compreensão correta dessa culpa em nossas mentes. Há duas coisas que devemos ter em mente que nos ajudarão nesse sentido:

a) O pecado de um cristão é muito mais grave que o de um incrédulo.

A graça de Deus que está agindo no cristão enfraquecerá o poder do pecado que não é mais seu mestre como, infelizmente, continua sendo dos incrédulos (veja Rom. 6:14,16). Ao mesmo tempo, contudo, a culpa do pecado num cristão é pior pelo fato de que o cristão peca contra a graça!

"Que diremos, pois? Permaneceremos no pecado, para que seja a graça mais abundante? De modo nenhum. Como viveremos ainda no pecado, nós os que para ele morremos?" (Rom. 6:1,2).

Neste texto a ênfase está na palavra "nós" (subentendida). Como é que nós faremos isso? Sem dúvida somos piores do que qualquer outro se praticarmos o pecado. Pecamos contra o amor de Deus. Pecamos contra a misericórdia de Deus. Pecamos a despeito da promessa de ajuda para derrotarmos o pecado. Muito mais poderia ser dito, todavia deixem que essa consideração final fique gravada nas suas mentes.

No coração de cada cristão há muito mais mal e culpa no pecado que permanece lá, do que haveria em uma igual medida de pecado num coração que não tem a graça de Deus.

b) Pense em como é que Deus vê o seu pecado

Quando Deus contempla as aspirações por santidade que a graça tem produzido no coração de qualquer um dos Seus servos, Ele vê mais beleza e excelência nelas do que vê nas mais gloriosas obras dos homens destituídos da graça. Sim, Deus até mesmo vê mais beleza e excelência nestas aspirações internas, do que vê na maioria dos seus atos externos. Isso é porque há quase sempre uma maior mistura de pecado nas nossas ações exteriores do que nas aspirações e desejos por santidade de um coração com a graça de Deus.

Por outro lado, Deus vê grande mal no desejo pecaminoso de um cristão. Ele vê maior mal nesse desejo pecaminoso, do que vê nos atos visíveis e notórios dos ímpios. Ele vê ainda maior mal nele do que vê em muitos pecados externos nos quais os santos possam cair. Por quê? É porque Deus vê que há mais disposição interna contra o pecado propriamente dito, e geralmente há mais humilhação pelo pecado. É por isso que Cristo trata da decadência espiritual nos Seus filhos, indo à raiz e expondo seu verdadeiro estado. "Eu conheço..." (Apoc. 3:15).

Leitor, você precisa deixar que estas e outras considerações semelhantes o levem a uma clara consciência da culpa pelo desejo pecaminoso que habita em você. Não subestime nem procure desvencilhar-se da sua culpa nisto, ou seu desejo pecaminoso se fortalecerá e prevalecerá sem que você o perceba.

2. O perigo do seu desejo pecaminoso

Há muitos perigos a serem considerados, mas nós nos limitaremos a quatro deles:

a) O perigo de sermos endurecidos

Considere as advertências de Hebreus 3:12,13. Nestas palavras o escritor solenemente admoesta seus leitores a que façam tudo que estiver ao seu alcance para evitar que sejam "endurecidos pelo engano do pecado". O endurecimento mencionado aqui é a apostasia total, um endurecimento que "afasta do Deus vivo". Qualquer desejo pecaminoso que se deixe sem mortificar opera tal endurecimento e consegue fazer pelo menos algum progresso nessa direção. A pessoa que está lendo estas palavras pode ter sido certa vez muito terna para com Deus e freqüentemente percebido o mover-se do seu coração pela Sua Palavra. Agora, no entanto, eis que as coisas mudaram e ela pode negligenciar os deveres de orar, de ler e de ouvir a Palavra de Deus, com pouca preocupação. Não é suficiente que seu coração trema ao pensar em se endurecer, a tal ponto que você pense levianamente do pecado, da maravilha da graça de Deus, da misericórdia de Deus, do precioso sangue de Cristo, da lei de Deus, do céu e do inferno. Leitor, tome cuidado. Isso é o que um desejo pecaminoso que não foi mortificado fará, se for deixado sem ser examinado.

b) O perigo de alguma grande punição temporal

Embora Deus nunca vá abandonar completamente os Seus filhos por deixarem de mortificar seus desejos pecaminosos, talvez Ele os castigue, causando-lhes dor e tristeza (veja Sal. 89:30-33). Pense em Davi e em todas as tribulações que teve porque deixou de mortificar os desejos pecaminosos por Bate-Seba. Não significaria nada para você que seu fracasso em mortificar os desejos pecaminosos na sua vida possa trazer sobre você castigos dolorosos que podem continuar com você até o túmulo? Se não tem receio de tal coisa, então há uma boa razão para temer que seu coração já esteja endurecido.

c) O perigo de perder a paz e a força pelo resto da vida

A paz com Deus e a força para andar diante de Deus são essenciais para a vida espiritual da alma. Sem gozar destas coisas em certa medida, viver é morrer. Quando uma pessoa persiste em deixar de mortificar os seus desejos pecaminosos, mais cedo ou mais tarde será privada de ambas essas bênçãos. Que paz ou que força pode desfrutar uma alma quando Deus diz: "Por causa da indignidade da sua cobiça eu me indignei e feri o povo; escondi a face, e indignei-me..." (como Ele fez em Is. 57:17)? Ainda noutra ocasião Deus diz: "Irei, e voltarei para o meu lugar, até que se reconheçam culpados" (Os. 5:15). E, quando Deus age assim, o que será da paz deles e de sua força?

Pense, leitor, seria o caso de que em breve, talvez, você não mais veja a face de Deus com paz? Talvez amanhã você não seja capaz de orar, de ler, de ouvir ou de realizar quaisquer deveres com pelo menos um pouco de gozo, vida ou vigor. Talvez Deus lance suas setas em você, e o encha de angústia, de temores e de perplexidades. Considere isto um pouco, que embora Deus não o destrua totalmente, Ele poderá lançá-lo em um estado no qual você sinta que isto é o que acontecerá com você. Não deixe de lado esta consideração até que sua alma trema dentro de você.

d) O perigo da destruição eterna

Há tal conexão entre a persistência no pecado e a destruição eterna que enquanto uma pessoa estiver sob o poder do pecado, ela precisa ser advertida sobre a destruição e a separação eterna de Deus. O fato de Deus ter resolvido livrar alguns da permanência no pecado (a fim de salvá-los da destruição) não muda o outro fato (igualmente verdadeiro) de que Deus não livrará da destruição quem permanecer no pecado. A regra de Deus é muito clara."Aquilo que o homem semear, isso também ceifará. Porque o que semeia para a sua própria carne, da carne colherá corrupção..." (Gál. 6:7,8). Quanto mais claramente reconhecermos a realidade de que os desejos pecaminosos que não foram mortificados levarão a destruição eterna, mais claramente veremos o perigo de permitir que qualquer desejo pecaminoso na nossa vida permaneça sem ser mortificado. O desejo pecaminoso é um inimigo que nos destruirá se antes não o destruirmos. Que isso penetre fundo na sua alma. Não se contente com a suposição de que já foi suficientemente fundo enquanto não tremer ao pensar em ter um inimigo vivendo dentro de você, que o destruirá se antes você não o destruir.

3. Os males da sua lascívia

O perigo se preocupa com futuras possibilidades mas o mal com as atuais. Há muitos males relacionados com um desejo pecaminoso que não tenha sido mortificado, porém focalizaremos nossa atenção apenas em três deles:

a) Entristece o santo e bendito Espírito de Deus

O grande privilégio dos cristãos é que o Espírito de Deus vive dentro deles. Por causa disso, os cristãos são especial-mente exortados em Efésios 4:25-29 a se absterem de uma variedade de desejos pecaminosos e motivados a fazer isso com as seguintes palavras:

"E não entristeçais o Espírito Santo de Deus, no qual fostes selados para o dia da redenção" (Ef. 4:30).

Assim como uma pessoa terna e amorosa se entristece com a falta de bondade de um amigo, assim também o Espírito Santo é entristecido quando um cristão permite que desejos pecaminosos que não foram mortificados vivam no seu coração. O Espírito Santo escolheu nossos corações como Sua habitação. Ele veio fazer por nós todo o bem que desejamos. O Espírito Santo Se entristece muito quando um cristão compartilha seu coração, que Ele veio possuir, com seus inimigos (nossos desejos pecaminosos), os próprios inimigos que Ele veio ajudar a destruir.

Ó, cristão, considere quem e o que você é; considere quem é o Espírito que você está entristecendo, o que Ele fez por você e o que Ele pretende fazer por você. Envergonhe-se de cada desejo pecaminoso que não mortificou e que dessa maneira permitiu que maculasse o Seu templo.

b) O Senhor Jesus Cristo é ferido novamente pelo desejo pecaminoso que não foi mortificado.

Quando o desejo pecaminoso permanece sem ser mortificado no coração de um cristão, a nova criação de Cristo naquele coração é ferida, Seu amor é frustrado, Seu inimigo gratificado. Assim como um abandono total de Cristo pelo engano do pecado é estar "crucificando para si mesmos o Filho de Deus, e expondo-o à ignomínia" (Heb. 6:6), do mesmo modo, abrigarmos pecados que Ele veio para destruir O fere e O entristece.

c) Rouba a utilidade de um cristão

Desejos pecaminosos que não tenham sido mortificados geralmente produzem uma doença espiritual na vida da pessoa. Seu testemunho raramente recebe a bênção de Deus. Muitos cristãos permitem que desejos pecaminosos que destroem a alma vivam nos seus corações. Esses jazem como vermes à raiz da sua obediência, e a corroem e a enfraquecem dia após dia. Todas as graças, todas as maneiras e todos os meios pelos quais as graças possam ser exercidas e aperfeiçoadas, são impedidos desta maneira; e Deus mesmo nega a este homem qualquer sucesso.

Conclusão

Nunca se esqueça da culpa, do perigo e da malignidade do pecado. Pense muito nestas coisas. Permita que elas encham sua mente até que levem seu coração a tremer.

***
Fonte: Josemar Bessa

A MAIOR CONQUISTA DO MUNDO É ESTAR EM PAZ - Patricia de Souza


“A maior conquista do mundo é estar em paz”.

Tenho visto esta frase sendo postada, curtida e compartilhada no face de muitos amigos e em sua maioria cristãos e que teoricamente conhecem a Palavra de Deus. A princípio parece ser uma frase de efeito, uma excelente afirmativa, pois qual de nós não almeja paz? Mas, se me atento um pouquinho mais, observo que esta frase não está alinhada com a Palavra de Deus. Então pergunto: de que paz esta frase se refere?

“Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou; não vo-la dou como a dá o mundo. Não se turbe o vosso coração, nem se atemorize”. (João 14.27)

Através deste versículo percebo claramente que Jesus, faz referência a dois tipos de paz: a paz que vem do mundo e a paz que vem de Deus. A diferença entre ambas, é que uma flui de dentro para fora e é movida por uma certeza, uma confiança plena de que Alguém Maior e mais Soberano que todas as coisas está no controle de tudo e dará a vitória àqueles que n’Ele confiam. Este alguém é o nosso Senhor Jesus, o Príncipe da Paz. Este aliás, é um de Seus nomes.

A paz de Deus que excede todo entendimento é de graça, é um dom de Deus. Não pode ser comprada, muito menos conquistada. Ela é oferecida gratuitamente a todo àquele que crer. As pessoas que recebem essa paz que vem de Deus, não permitem que os seus sentimentos e as circunstâncias as conduzam. Elas sabem e tem certeza que apesar de viverem num mundo mau, onde notícias más sobrevêm a todo instante, sempre terão seus corações velados e suas vidas guardadas debaixo dessa promessa de Cristo.

Porém, receber esta promessa é uma escolha do homem, a ele foi dado o livre arbítrio. No entanto, há quem escolha a paz do mundo e recuse a de Deus. E a paz do mundo tem a ver com conforto, saúde perfeita, bens materiais, bom emprego, sucesso, relacionamentos afetivos estáveis, reconhecimentos, tranquilidade... E a tudo isso o homem dá o nome de conquista. Pois ele luta quase uma vida inteira em busca de tudo isso. Mas, basta em determinado momento da vida, uma destas áreas serem afetadas ou perdidas, vai-se junto toda paz que supostamente se pensava possuir.

A paz de Deus, no entanto, não é assim. Pois se a paz dos homens baseia-se de muitas bênçãos e prosperidades, a paz de Deus, no entanto, baseia-se de Deus apenas, e não de circunstâncias favoráveis. A paz do homem é sempre emocional. Enquanto a de Deus, é ultra-circunstancial, visto ser um estado que transcende a qualquer situação.
Agora eu te pergunto: Qual paz você deseja? A de Deus ou a do mundo? Caso escolha a de Deus. Parabéns! Você escolheu a melhor parte. Mas preciso, contudo, te avisar de algo. Não basta apenas escolher ou buscar. É necessário que você creia nesse Deus que promove esta paz dentro de você. Precisará aprender a exercitar este estado de Espírito dia após dia, independente se as circunstâncias são favoráveis ou não. E isso implica numa mudança de mentalidade e atitude.

Se a paz em algum momento te parecer distante, lembre-se de que ela tem sua origem em Deus, é um presente d’Ele para você, estará sempre acessível quando precisar e não se sujeita as circunstâncias. Esta paz faz parte da vida daqueles que foram transformados pela graça de Deus e descansam n’Ele. E só pode ser manifestada no coração de quem afasta toda dúvida e incerteza e faz reinar assim, a tão almejada paz, fruto do Espírito de Deus.

Por Patrícia de Souza

OVELHAS...


"Pois vocês eram como ovelhas desgarradas, mas agora se converteram ao Pastor e Bispo de suas almas." (1 Pedro 2:25)

Por várias vezes, a Bíblia compara os cristãos à ovelhas. Não sei se fico muito feliz com isso, porque as ovelhas não são os animais mais inteligentes do planeta.

Teria sido bom se Deus nos tivesse comparado com golfinhos. Esse sim, é um animal inteligente. Uma vez ouvi um treinador de golfinhos dizendo que: "Os golfinhos são de fato tão inteligentes. Eles são muito inteligentes em muitos aspectos, porque um golfinho pode ler um símbolo e entender o que significa."
Acho isso impressionante. Mas Jesus não nos comparou com golfinhos; mas sim, a ovelhas. E as ovelhas estão entre os animais menos inteligentes do mundo.

Elas se assustam facilmente, são vulneráveis, não têm nenhum mecanismo de defesa que possamos citar, não correm muito rápido, estão em constante necessidade de cuidado e atenção, têm uma tendência horrível a seguir umas às outras, até mesmo para sua própria morte. Tem-se registros de que se uma ovelha anda num penhasco, as outras a seguem.

A Bíblia diz: "Todos nós, tal qual ovelhas, nos desviamos, cada um de nós se voltou para o seu próprio caminho; e o Senhor fez cair sobre ele a iniquidade de todos nós." (Isaías 53:6).

Pense em quantas pessoas têm comprado as mesmas mentiras, geração após geração. Elas caem nos mesmos erros, nos mesmos vícios e nas mesmas armadilhas repetidas vezes.

Sim, de fato, somos como ovelhas.
A questão é: você vai ser uma ovelha inteligente ou uma ovelha estúpida?
Ovelhas inteligentes ficam sempre perto do Pastor. E é aí que todos precisamos estar.

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RENUNCIAR...


"Da mesma forma, qualquer de vocês que não renunciar a tudo o que possui não pode ser meu discípulo" (Lucas 14:33)

Foi George Bernard Shaw quem certa vez disse: "Há duas fontes de infelicidade na vida. Uma é não conseguir o que se deseja. A outra é conseguir."

Essa afirmação me faz lembrar do jovem rico que foi até Jesus buscando respostas. Era um homem que, entre os demais, deveria estar satisfeito com tudo. Ele teve grande influência e riqueza.

No entanto, apesar de todas suas realizações, havia algo faltando em sua vida. Ele perguntou: "Bom Mestre, o que devo eu fazer para ter a vida eterna?"

Jesus lhe disse: "Guarde os mandamentos." Jesus não estava dizendo que guardando os Dez Mandamentos a pessoa seria salva. Em vez disso, Jesus utilizou os Dez Mandamentos como um espelho a este homem para mostrar-lhe o seu pecado.

O jovem respondeu: "A tudo isso tenho obedecido desde a adolescência. Que me falta ainda?"

Sobre isso, acho que Jesus provavelmente riu. Ele viu o que este homem realmente era. Então, disse: "Se você quer ser perfeito, vá venda tudo o que tem e dê aos pobres e você terá um tesouro no céu; depois venha e me siga."

Jesus sabia que o problema com este jovem rico era que suas posses tinham possuído a sua alma. De maneira similar, Jesus facilmente pode dizer algo completamente diferente para outra pessoa. O que realmente está mantendo alguém afastado de Cristo e impedindo o seu progresso espiritual pode variar de pessoa para pessoa.

Seria muito oportuno que cada um de nós chegasse à presença de Jesus e perguntasse: "Senhor, há alguma coisa em minha vida atrapalhando minha relação contigo?"

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quinta-feira, 26 de junho de 2014

AS BENÇÃOS DE DEUS OU O DEUS DA BENÇÃO: Mais uma heresia neo-pentecostal - Pr. Wilson Porte Jr.


Pérolas de heresias modernas:

Sim, trouxa. Ok, Trouxa3… É ruim, meu irmão! Eu plantei oferta na Casa de Deus e vou colher bênçãos materiais na minha vida!” Pastor Silas Malafaia

São os apóstolos que são os responsáveis para fazer a rota do caminho real. Somos patriarcas, enviados de Deus para o grande milagre. Deus usa os apostólicos para fazer milagres, prodígios e maravilhas.” Patriarca Renê Terra-Nova
________________

A Bíblia nos fala de vários homens que desperdiçaram suas vidas. Estes, ainda que negativamente, são exemplos para nós. Eles, embora péssimos exemplos, apontam o caminho que nenhum de nós deve jamais trilhar.

Um destes foi Simão, o Mágico. Ele foi de Samaria. Corrupto, Simão confundiu as bênçãos de Deus com o Deus das bênçãos.

O texto de At 8.9-25 nos mostra o “testemunho de Simão”. Mas, quem foi Simão, o mágico?

Conhecido na história da igreja como o pai do gnosticismo (o ser humano é salvo por meio de conhecimentos secretos acerca de Deus, e não pelo que Cristo fez na cruz por ele), Simão foi muito citado pelos pais da igreja. Justino, o Mártir (165 d.C.), certa vez escreveu que “os samaritanos consideram Simão um deus supremo por causa de seus poderes”. Irineu de Lyon (202 d.C.), em seu famoso livro Contra as heresias, o mencionou como o “fundador da seita agnóstica”.

Como começa o erro de Simão? Em At 8.13, lemos que ele “abraçou a fé”. Você já parou para pensar nessa expressão e como ela está ligada a um homem perdido? Simão ABRAÇOU A FÉ, ele simplesmente CREU, sem se arrepender e mudar. Abraçar a fé sem arrependimento é igual à perdição!

Existe um grande perigo de nós também simplesmente crermos, mas sem nos arrependermos e assumirmos um compromisso de mudança perante Deus. Abraçar a fé como Simão significa que um dia você pode soltar da fé. Logo, a fé não é para ser abraçada, mas recebida no coração como um dom de Deus (Ef 2.8).

A fé não deve ser abraçada. Você não deve simplesmente estar disposto a crer, como quando está disposto a presentear alguém, ou simplesmente sair para tomar um café. A fé não é algo que você escolha abraçar de uma hora para outra na sua vida. A fé é um presente de Deus para você e que muda completamente a sua vida! Por isso, os discípulos pediam: dá-nos mais fé; aumenta a nossa fé…

Quais os perigos de alguém simplesmente abraça a fé, mas não se arrepende? Simão começou uma seita, o gnosticismo. Ou seja, ele criou uma religião segundo a sua mente. Este é um grande perigo de quem apenas abraça a fé.

Outro perigo é colocar os sinais, milagres e dinheiro no lugar de Cristo (v. 19-20). A expressão grega aqui é: τὸ ἀργύριόν σου σὺν σοὶ εἴη εἰς ἀπώλειαν = “O seu dinheiro com você sejam destruídos” (tradução livre). Quando abraçamos a fé, trocamos Cristo por dinheiro e coisas sobrenaturais.

E um último perigo, à exemplo de Simão, é sempre esperarmos que alguém faça alguma coisa por nossas vidas. Esperar que outros intercedam, que outros peçam perdão por nós.

A resposta de Pedro para aquele que apenas abraçou a fé foi: arrependa-se (v. 22). Simão estava atrás de poder! Mas, como hoje, naquela época as pessoas tinham uma ideia errada sobre o que é poder. Dentro das igrejas de hoje, as pessoas tem ideias absurdamente erradas sobre o significado de poder. Muitos buscam poder, sem saber o que isso significa! Poder não é a capacidade de realizar milagres, falar novas línguas, ressuscitar os mortos, e outras coisas extraordinárias.

Hoje as pessoas correm atrás do domínio. Maridos querendo dominar esposas, esposas aos maridos, filhos aos pais e patrões aos seus funcionários. Não jogue sua vida fora pensando que poder é sinônimo de autoridade, que poder é medido pela quantidade de pessoas sobre quem você tem influência, que poder é algo que você deve transmitir pelo seu comportamento (aparência externa), ou ainda que poder é sinônimo de vocês ser cabeça e não cauda.

Poder não tem nada a ver com prosperidade, com ter condições de comprar o que sempre quer. ISSO NÃO É PODER – NÃO DESPERDICE SUA VIDA CORRENDO ATRÁS DESTAS COISAS.

Você quer saber o que é poder?

Isaías 53 nos ensina o que é o poder, ou melhor, o paradoxo do poder! Abra sua Bíblia e analise você mesmo:

Is 53.1-3: O poder não se mede pela aparência externa – que aparência Cristo tinha de poder? Esse foi um dos momentos de maior poder em sua vida;

Is 53.4-7: O poder não se mede pela distribuição de castigo – Cristo, o homem mais poderoso que pode haver, não demonstrou seu poder subjugando ninguém, mas sofrendo e entendendo que aqueles sofrimentos estavam contribuindo para o bem dele e de muitos que O conhecessem um dia.

VEJA: Jesus, fonte de todo o poder, não se preocupou com prestígio, domínio, em ser cabeça, o melhor, o primeiro. NÃO LHE PARECE ESTRANHO QUE O HOMEM MAIS PODEROSO QUE JÁ EXISTIU FOI TAMBÉM O MAIS SIMPLES E SERVO?

CURIOSAMENTE, o livro de Isaías é dividido da seguinte forma (1-39, 40-66). Do capítulo 40 a 66, Is 53.5 é o que fica exatamente no meio! É o “CORAÇÃO DO ANTIGO TESTAMENTO”, como alguns teólogos o chamam. E o que este texto diz? Que a verdadeira felicidade não está em se fazer milagres, em seu dono, em ser cabeça, em ser “poderoso”, famoso, sempre o primeiro, mas está em servir, em ter poder para servir, para amar, para negar seus confortos, abrir mão de seus pecados, e seguir ao Senhor com amor e gratidão. Isso demonstra poder em sua vida!

Simão, o mágico, ao invés de desejar o Senhor, desejou uma bênção, poderes e, com isso, destruiu a sua vida fora.

A CONCLUSÃO QUE FAÇO É QUE, quando as bênçãos e o dinheiro roubam o lugar de Cristo:

Damos grande ênfase à sinais, curas, milagres, etc. (Mt 12:39) – o amor, a alegria, o espanto, a admiração não são para Cristo, sua pessoa e obra, mas para as curas e milagres e sinais;

Criamos um cristianismo segundo a nossa mente – e temos a tendência de achar que somente nós estamos certos, somente nós conhecemos o caminho e o poder de Deus;

Cremos que a entrega de dinheiro no reino de Deus fará com que conquistemos bênçãos desejadas (grande heresia moderna dentro do evangelicalismo).

Se seu coração ainda está vivendo um cristianismo assim, peça a Deus que lhe dê a fé que vem dele (Hb 12.2) e que fará com que você se encante mais com aquilo que Deus é do que com aquilo que Deus possa lhe dar.

Ame a Cristo! Ame a Deus! E quando as bênçãos vierem, dê glória a Deus! Quando as bênçãos faltarem, dê glória a Deus! Quando Deus realizar curas e milagres em sua vida, dê glória a Deus! Quando Deus aparentemente nada fizer em sua vida, dê glória a Deus! Busque amar a Deus mais do que todas as coisas! Queira vir aos cultos para buscar a Deus, sua pessoa, para amá-lo, entendê-lo, apreciá-lo e adorá-lo, e não venha jamais aos cultos querendo ver milagres e sinais pois, segundo Cristo, são os incrédulos que vão atrás dele somente para ver o show da fé.

Ame a Cristo, não ao show! Ame ao Espírito, não os seus sinais! Ame ao Pai, e não as suas bênçãos sobre você.

O caminho estreito, onde poucos estão vivendo e caminhando, é um caminho onde se encontra e sempre se encontrará pessoas que visivelmente amam a Deus com toda a sua força, com toda a sua alma e coração, e com todo o seu entendimento, pessoas que amam a Deus sobre todas as coisas!

Que Deus tenha misericórdia de nós e nos ajude a amá-lo assim e a encontrar a felicidade que está reservada para nós na obediência à Sua Palavra

Se você leu até aqui, convido-o a terminar esta leitura orando o Salmo 119.33-36:

"Ó Senhor Deus, ensina-me a entender as tuas leis, e eu sempre as seguirei. Dá-me entendimento para que eu possa guardar a tua lei e cumpri-la de todo o coração. Guia-me pelo caminho dos teus mandamentos, pois neles encontro a felicidade. Faze com que eu queira obedecer aos teus ensinamentos, em vez de querer ajuntar riquezas."

***

NUBLADO - Patricia de Souza


Se o seu coração está assim hoje, igualzinho a este dia nublado em muitos lugares, inclusive aqui no Rio de Janeiro, até mesmo chuvoso, se alegre! Pois este foi o dia que fez o Senhor. E havemos de tirar proveitos dele e nos alegrarmos.

Mesmo não sendo todos os dias de sol em nossas vidas, ou de alegria e de felicidades, sejamos fiéis e exultemos o Deus da nossa Salvação. Não há motivos para se desesperar quando estamos unidos com o Senhor Jesus! Ele nos fortalece, e nEle podemos suportar todas as adversidades!

Se você deseja ser feliz continuamente, precisa ter compromisso com tudo o que é verdadeiro, honesto e justo. Ninguém pode ser feliz se não procurar ter uma vida de santidade e pureza na presença do Senhor. Por isso, santifique-se a cada dia.

A Palavra de Deus apresenta o resultado de estarmos sempre alegres, amáveis, dependentes do Senhor e gratos a Ele por tudo: "E a paz de Deus, que ninguém consegue entender, guardará o coração e a mente de vocês, pois vocês estão unidos com Cristo Jesus". (Filipenses 4.7)
Estar unido com o Senhor, isto é, ter comunhão com Ele. É o segredo para sermos felizes e vitoriosos, haja o que houver, faça chuva ou faça sol...

Por Patrícia de Souza
Que nosso dia seja alegre unido com o Senhor!!

UMA PALAVRA AOS NOVOS CONVERTIDOS


Klara Galdino, Gabriel, Paloma, Marlane Marinho e Juliano...
Graça e Paz!

Vocês foram alcançados pelo Evangelho da Graça de Deus em Cristo Jesus como o seu Salvador. Foi a melhor decisão que vocês tomaram na vida, não importa quantos anos você tenha a verdade é que esta foi a melhor decisão de toda a sua existência, parabéns por esta sábia e inteligente decisão.

A vida segue normal, trabalhando, estudando, etc. A diferença é que teremos novas prioridades. Usaremos o nosso tempo de forma prudente escolhendo aquilo que nos edifica espiritualmente. Fazemos parte de uma nova família: A família de Deus, a igreja. Talvez alguns dos antigos companheiros nos dirão que não há mal nenhum em acompanhá-los nos velhos caminhos do pecado, mas a Palavra de Deus diz assim: “Filho meu, se os pecadores querem seduzir-te, não o consintas” (Provérbios 1.10).

Nosso relacionamento com o mundo deve ser no sentido de evangelizar, falar sobre o que Cristo fez em nossa vida. Porque Deus "quer que todos os homens se salvem, e venham ao conhecimento da verdade." (Timóteo 2.4)

Fale a seus familiares sobre o seu encontro com Jesus.

Jamais negue sua fé, nem mesmo nas adversidades. Veja o testemunho do apóstolo Paulo: “Portanto, tudo sofro por amor dos escolhidos, para que também eles alcancem a salvação que está em Cristo Jesus com glória eterna. Fiel é esta Palavra: que, se morrermos com ele, também com ele viveremos. Se sofrermos, também com ele reinaremos; se o negarmos, também ele nos negará. Se formos infiéis, ele permanece fiel; não pode negar-se a si mesmo.” (2 Timóteo 2.10-13)

Em Mateus 10.32,33 Jesus fala assim: “...Aquele que me negar diante dos homens eu o negarei diante de meu Pai que está nos céus.” Lembre-se sempre do texto de Romanos 8.37: “Mais em todas estas coisas somos mais do que vencedores, por aquele que nos amou.”

Portanto:
1. Agradeça a Deus por ele ter perdoado os seus pecados
2. Se congregue, vá a igreja. Lá será ensinado tudo que você precisa para crescer na graça e no conhecimento de Deus.
3. Nunca deixe de olhar pra Jesus, pois Ele é o seu modelo de vida agora
4. Medite na Palavra de Deus todos os dias, e começe a praticar o habito da oração

AMOR: VERBO E EXPRESSÃO


Uma pessoa mui querida escreveu em seu status: 
“As vezes tenho dúvidas se realmente vale a pena amar tanto, algumas pessoas”.

É com autorização da mesma, que comento esta dúvida.

Essa dúvida origem em duas fontes.
1. Está expressando o seu amor de forma concreta para “algumas pessoas”?
2. “Algumas pessoas” perceberam que você as amas de verdade?

As pessoas são transformadas quando se sentem verdadeiramente amadas. Se a gente muda e começa a amar, tudo se transforma. O amor precisa ser verbalizado e expressado.

a) O amor precisa ser verbalizado
O amor não é apenas um sentimento a ser guardado no coração, mas uma atitude a ser demonstrada com a vida e uma declaração a ser proclamada com os lábios. Quem ama, declara que ama. O amor precisa ser verbalizado. Precisamos dizer isso para as pessoas que amamos. Não é suficiente reconhecer o valor e as virtudes, precisamos demonstrar isso em palavras.

Deus declara, verbaliza o seu amor:

"Eu sempre os amei", diz o Senhor” Ml 1.2

“o Senhor lhe apareceu no passado, dizendo: "Eu a amei com amor eterno; com amor leal a atraí” - Jeremias 31:3

a) Amor precisa ser expressado.
A capacidade de amar não esta tão somente na verbalização de sentimentos, mas no ato concreto de demonstrar o quanto se ama por meio de nossas atitudes e comportamentos. Quando amamos, tornamos isso conhecido com palavras e demonstramos isso com atitudes. A bíblia enfatiza esta verdade vez após vez. O amor não pode ser apenas palavras; deve ser demonstrado.

O amor de Deus para conosco tem uma expressão.
Que é essa expressão do Seu amor?

Romanos 5:8 diz: “Mas Deus prova o seu próprio amor para conosco, pelo fato de ter Cristo morrido por nós, sendo nós ainda pecadores”.

“Filhinhos, não amemos de palavra, nem de língua, mas de fato e de verdade.” 1 João 3.18

Se amo uma pessoa e simplesmente lhe digo que a amo, esse amor ainda não está completo. A menos que o amor seja expresso, ele não é completo.

Para concluir, quem assistiu o filme Á prova de Fogo, deve lembrar o que o pai de Caleb Holt. Disse: “Mas, amor no sentido mais verdadeiro, não é baseado em sensações, mas na determinação de agir com consideração, mesmo quando parece não haver recompensa”

Pois bem, “algumas pessoas” podem estar recuando por não entender suas palavras e atitudes. Concluo da forma que iniciei - As pessoas são transformadas quando se sentem verdadeiramente amadas.

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O CIRCULO VICIOSO DA ANSIEDADE - Renato César


Comecei abordando o tema da felicidade no artigo “Afinal, qual o sentido da vida?”, mas decidi dividi-lo em duas partes devido à grande extensão que teria em um único texto, embora minha intenção limite-se muito mais a chamar o leitor a uma reflexão do que estabelecer uma doutrina sobre o assunto, pois nem que o quisesse teria competência para tal.

O ponto que considero relevante para o cristão não se limita à mera distinção entre o entendimento bíblico de felicidade e o que está presente no mundo permeando a sociedade. O âmago dessa questão para nossas vidas, creio eu, pode ser encontrado nas palavras de Jesus em Mt 6:24-34. Essa passagem pode nos trazer uma boa base para compreensão do assunto além do dualismo entre ansiedade e confiança em Deus nela expressos. Embora a mensagem de que devemos colocar o Reino de Deus e sua justiça em primeiro lugar seja o cerne da mensagem de Jesus nesses versos, suas implicações em nossas vidas vão mais além.

Jesus nos deu boas pistas para uma vida saudável em suas palavras. Primeiramente, ele antepôs Deus a Mamom, deixando claro que um cristão não pode ter sua vida orientada para/pelo o dinheiro. Em seguida, trouxe à baila o tema “ansiedade”, colocando em nítida oposição o comportamento do homem ansioso ao das aves e lírios do campo, ensinando com isso que as preocupações com coisas materiais são desnecessárias. A conclusão final apenas explicita o que já estava implícito na mensagem: se colocarmos o Reino de Deus e sua justiça em primeiro lugar, não seremos ansiosos, pois saberemos que as demais coisas nos serão acrescentadas.

Jesus apresentou um percurso difícil de ser percorrido, que é colocar Deus, seu Reino e sua justiça, em primeiro lugar. O homem, em sua busca pela felicidade, tenta cortar caminho, pegando um atalho que em vez de levar à felicidade conduz à ansiedade. Em seu coração, diz o insensato: “Se eu chegar naquele ponto, serei feliz; se eu conseguir aquilo que tanto almejo, serei um homem realizado e satisfeito”. Mas nada pode ser tão frustrante para alguém que tem um sonho errado quanto alcançar esse sonho. E pior do que isso é não se dar conta de que sua infindável busca pela felicidade jamais acabará, de que seus objetivos estão errados e de que sua sede jamais será saciada com a água que o mundo tem a oferecer. Não à toa se diz que "a medida do ter nunca enche".

Assim, ao buscarmos primeiramente nossa autorrealização, tornamo-nos ansiosos, e, por conseguinte, a ansiedade que nos sobrevêm nos leva a querer ainda mais satisfazer nossos próprios anseios. É como um círculo vicioso! Vivemos ansiosos porque procuramos realizar não a vontade de Deus, mas a nossa.

O mais impressionante nessa história toda não é nossa imaturidade espiritual para efetivamente perceber a obviedade da mensagem de Jesus ao nos dar a chave para uma vida realmente abundante e bem aventurada, livre das preocupações e ansiedades que por tão pouco nos assolam. O que mais impressiona é como um ensino tão claro pode ser ao mesmo tempo tão radicalmente desvirtuado, ou simplesmente posto de lado para dar lugar à Teologia (seria mais correto chamar Diabologia) da Prosperidade.

De fato, Satanás não mudou nada desde o Édem, mas parece estar ainda mais afiado quando se trata de distorcer a Palavra de Deus. Enquanto isso, nós cristãos nos comportamos como os apóstolos de Jesus, que, enquanto conviveram diariamente com o Mestre, em poucas ocasiões compreenderam realmente sua mensagem. A grande diferença é que nós já sabemos razoavelmente bem a teoria. Só falta aplicá-la!

***
Sobre o autor: Renato César é cristão reformado, formado em administração de empresas e teologia, membro da IPB - Fortaleza/CE. Contatos: renatocesarmg@hotmail.com

AQUIETAI-VOS - Patricia de Souza


"Deus é o nosso refúgio e fortaleza, socorro bem presente na angústia. Portanto não temeremos, ainda que a terra se mude, e ainda que os montes se transportem para o meio dos mares. Ainda que as águas rujam e se perturbem, ainda que os montes se abalem pela sua braveza. Há um rio cujas correntes alegram a cidade de Deus, o santuário das moradas do Altíssimo. Deus está no meio dela; não se abalará. Deus a ajudará, já ao romper da manhã. Os gentios se embraveceram; os reinos se moveram; ele levantou a sua voz e a terra se derreteu. O Senhor dos Exércitos está conosco; o Deus de Jacó é o nosso refúgio. Vinde, contemplai as obras do Senhor; que desolações tem feito na terra! Ele faz cessar as guerras até ao fim da terra; quebra o arco e corta a lança; queima os carros no fogo. Aquietai-vos, e sabei que eu sou Deus; serei exaltado entre os gentios; serei exaltado sobre a terra. O Senhor dos Exércitos está conosco; o Deus de Jacó é o nosso refúgio". (Salmos 46:1-11)

Acho lindo esse cântico. Foi escrito num momento muito difícil para Jerusalém onde Deus livrou seu povo do ataque dos assírios no tempo do rei Ezequias. Foi o próprio rei o autor deste salmo. Ele era um poeta. Perceba que este salmo é aplicável a qualquer tempo de tribulação para as nossas vidas.

Deus move meu amigo, céus e terra quando é invocado em teu socorro. Ele é a Tua Fortaleza significa solidez, segurança; Ele é o Teu Refúgio significa abrigo, uma rocha de refúgio. É isso que Deus estava dizendo para o povo, naquele tempo através de Ezequias: “quando o inimigo vier, eu serei o vosso abrigo, serei uma rocha”, é como se o povo estivesse escondido dentro da rocha, num lugar inatingível, os dois termos declaram que Deus é um refúgio confiável para o seu povo.

Se você está enfrentando momentos assim de tribulação, sendo afrontado quem sabe, por pessoas que não temem e não conhecem a Força do Deus que você serve. Saiba que este Deus é o mesmo dos tempos do rei Ezequias, Ele te guarda, te refugia, te que esconde nas palmas das Suas mãos. É Ele quem luta suas lutas, é Ele quem prevalece contra o teu inimigo. Ele é Varão de guerra, é Ele quem entra na luta e peleja a favor de ti. Você nunca, neste Deus, será envergonhado.

Ele é o Deus de Confiança. Nele não temeremos. E ainda que... Ainda que...! Continue a confiar. “Que diremos, pois, a estas coisas? Se Deus é por nós, quem será contra nós?... Quem intentará acusação contra os escolhidos de Deus”?... Quem nos separará do amor de Cristo? A tribulação, ou a angústia, ou a perseguição, ou a fome, ou a nudez, ou o perigo, ou a espada? Como está escrito: “por amor de ti somos entregues à morte todo o dia: fomos reputados como ovelhas para o matadouro. Mas em todas estas coisas somos mais que vencedores, por aquele que nos amou”. (Romanos 8.31,33, 35-37)

Assim como o salmo termina “Aquietai-vos” quer dizer, literalmente: “não mexam em nada, descansem”. Nós temos o costume de mexer em tudo e dirigir nossa vida a nossa maneira, mas Deus é Deus, enquanto nós não passamos de servos. Assim como fez Ezequias, permitiu que Deus fosse Deus, façamos o mesmo. Que tomemos, por exemplo, a oração ele fez ao Senhor. “Agora, pois, ó Senhor, nosso Deus, livra-nos das suas mãos, para que todos os reinos da terra saibam que só tu és o Senhor Deus”. (2 Reis-19.19)

Há um momento certo para obedecer a Deus e agir, mas até que chegue essa hora, devemos deixa-lo trabalhar livremente, há seu tempo e a seu modo. Em outras palavras, deixe Deus ser Deus em sua vida.

Por Patrícia de Souza

POR QUE ESCREVER?


Já me perguntaram se vale a pena escrever, como escrevo, se tão poucas pessoas vão ler, curtir ou comentar. 

A minha reposta foi um pouco filosófica. 

Escrevo para lapidar esteticamente as estranhas forças que emanam do meu inconsciente. Aos poucos, fui descobrindo que nada me dá mais prazer na vida do que escrever. Condenado a fazê-lo, tiraria de letra a prisão perpétua, desde que pudesse produzir meus textos. Aos candidatos a escritor, aconselho este critério: se consegue ser feliz sem escrever, talvez sua vocação seja outra. Um verdadeiro escritor jamais será feliz fora deste ofício.

Escrevo para ser feliz. Bartheanamente, para ter prazer. Sabor do saber. Tanto que, uma vez publicado, o texto já não me pertence. É como um filho que atingiu a maturidade e saiu de casa. Já não tenho domínio sobre ele. Ao contrário, são os leitores que passam a ter domínio sobre o autor. Nesse sentido, toda escritura é uma oblação, algo que se oferta aos outros. Oferenda narcísica de quem busca superar a devastação da morte. O texto eterniza o seu autor.

Escrevo sem esperança de que o que eu escrevo altere qualquer coisa. Não altera em nada... Porque no fundo não estou querendo alterar as coisas, abençoar pessoas ou até mesmo ficar famoso. Escrevo, por que é essa a forma que encontrei para abrir o meu coração perante Deus, tenho traumas, carências e sonhos, como também, tenho gozo, amor e ternura. Esta é a forma de desnudar a minha alma perante Deus.

Escrevo, porque não quero que escrevam na minha lápide: "Morreu de que? Se sufocou com as palavras que nunca disse"

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DESISTINDO DE UMA AMIZADE


Ontem, tive o prazer imenso de conversar com alguns amigos de longas datas, com os quais tenho uma relação fraternal e amorosa. Coisa rara nos dias de hoje. 

Agora, uma pergunta fica no ar: e quando existe o reverso da medalha?

Sim, existem pessoas que somem por meses, anos e décadas e reafirmam: bastam cinco minutos é de conversa para tudo ser restabelecido. Com todo o respeito, é balela.

Amizade, relacionamento e envolvimento requer tempo, investimento e principalmente mostrar que se importa com o próximo. Nesse quesito, todo mundo sente ás vezes um desperdício de tempo na vida. Ligar para as pessoas, perguntar como se encontram, quais seus desafios, saber de seus dramas ou simplesmente ouvir. Algo que faz diferença nos dias de hoje. Infelizmente, a réplica é indiferença.

Juro que por meses e anos busquei uma explicação. Queria entender como pessoas te consideram como quase irmãos um período da vida e no seguinte te desprezam e não agem mais da mesma forma.

Sou um militante telefônico e facebokiano. Daqueles que perde cinco minutos no dia para saber o estado e a necessidade de amigos dos mais variados graus de intimidades e existentes em diversos ambientes sociais. Mas com o passar do tempo, confesso que com alguns, estou cansando.

Mas, não desisto...

A Bíblia diz: “… há amigo mais chegado do que um irmão” (Pv 18.24). Um amigo verdadeiro não precisa de formalidades e convencionalidades para se aproximar de nós. Ele nos conhece e nos ama não apenas por causa das nossas virtudes, mas também apesar dos nossos defeitos. O verdadeiro amigo é aquele que está perto nas horas de celebração e também nos tempos de choro. Ele é capaz de chorar conosco na dor e cantar conosco nos dias de festa. A verdadeira amizade derruba paredes e constrói corredores; nivela os vales e constrói pontes. A Bíblia destaca a amizade de Davi e Jônatas. Essa amizade foi santa, íntegra e fiel. Esses dois jovens buscavam o bem um do outro. Eles protegiam um ao outro. Um amigo verdadeiro não se nutre de suspeitas nem dá ouvidos à intriga. Não há amizade sem lealdade. A intriga é o verdugo da amizade. A amizade é edificada sobre o fundamento da verdade e cresce com o cultivo da intimidade.

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E CARNE OFERECIDA AO DIABO? POSSO COMER - Augustus Nicodemus Lopes


Muitos cristãos enfrentam dúvidas sinceras convivendo com a cultura que os cerca. Posso isso? Posso aquilo? É pecado aquilo outro? Dependendo da cultura, as perguntas variam, mas no fundo todas elas são resultado do fato que nem sempre a linha que divide o certo do errado é muito clara. 

Paulo enfrentou um caso destes na igreja de Corinto. Havia festivais pagãos oferecidos aos deuses nos templos da cidade, onde se sacrificavam animais e se comia a carne deles. Fazia parte da cultura pagã daqueles dias. Os novos convertidos de Corinto, grande parte deles ex-idólatras (1Cor 6:9-11), estavam cheios de dúvida se podiam ao menos comer carne, pois sempre corriam o risco de, sem saber, estarem comendo a carne de algum animal que havia sido oferecido aos ídolos e aos demônios.

Eles haviam discutido o assunto e se dividiram em dois grupos: os “fortes,” que achavam que podiam comer, e os “fracos,” que achavam que não e preferiam ficar com os legumes (leia 1Co 8—10 para ver o contexto). E mandaram uma carta a Paulo sobre isto (1Cor 8:1). Eram os crentes livres para comer carne mesmo correndo este risco? A resposta de Paulo foi tríplice:

1) O crente não deveria ir ao templo pagão para estas festas e ali comer carne, pois isto configuraria culto aos ídolos e portanto, idolatria. É referindo-se a participar do culto pagão que ele diz “não podeis beber o cálice do Senhor e o cálice dos demônios” (1Cor 10:19-23).

2) O crente poderia aceitar o convite de um amigo pagão e comer carne na casa dele, mesmo com o risco de que esta carne tivesse sido oferecida aos ídolos. E não deveria levantar o assunto. Se não houvesse ninguém que levantasse a questão e ninguém que fosse se sentir ofendido, o crente poderia comer a carne oferecida por seu amigo descrente. Se, todavia, houvesse alguém presente ali que se escandalizasse, o crente não deveria comer. A proibição de comer não era porque era pecado, mas porque iria ofender o irmão de consciência débil e fraca que porventura estivesse ali também, como convidado (1Cor 10:27-31).

3) E por fim, Paulo diz que o crente pode comer de tudo que se vende no mercado sem perguntar nada. O argumento dele é que a terra e a sua plenitude – isto é, tudo o que Ele criou – é de Deus e intrinsecamente bom, se usados corretamente. (1Cor 10:25-26).

Mais tarde, ele escreve a Timóteo criticando os que “exigem abstinência de alimentos que Deus criou para serem recebidos, com ações de graças, pelos fiéis e por quantos conhecem plenamente a verdade; pois tudo que Deus criou é bom, e, recebido com ações de graças, nada é recusável, porque, pela palavra de Deus e pela oração, é santificado” (1Tim 4.3-4).

Parece claro que o raciocínio de Paulo é que a carne só se torna anátema e proibida para o crente enquanto estiver no ambiente pagão de consagração aos ídolos. Uma vez que a carne saiu de lá e foi para o açougue e de lá para a mesa do crente ou do seu vizinho descrente, não representa mais qualquer ameaça espiritual. De outra forma, Paulo não teria permitido o seu consumo em casa e na casa de um amigo. A restrição é somente no ambiente de culto e consagração pagã.

Alguns dos coríntios, para não arriscar, tinham preferido só comer legumes, com receio de ficarem contaminados com os demônios a quem a carne teria sido oferecida: “o débil come legumes” (Rm 14.2). Paulo certamente preferia que os crentes da cidade seguissem o caminho dos que ele chama de “fortes,” que é daqueles que já aprenderam que só há um Deus e um Senhor e que tudo é dele. A Igreja não pode ficar refém da ética dos “débeis” pois inevitavelmente descamba para o legalismo. Mas, ele admite que “não há este conhecimento em todos” (1Co 8.7) e determina que, em amor e consideração a estes irmãos, haja respeito e consideração uns para com os outros.

Em resumo: à exceção dos churrascos nos templos pagãos, os crentes podiam comer em casa carne comprada no mercado, e na casa de amigos descrentes quando convidados. Quem não se sentisse a vontade para fazer isto, por causa da consciência, que comesse legumes. Não havia problemas, desde que não condenassem os que se sentiam tranquilos para comer carne. E estes, não deveriam zombar e desprezar os outros.

PS IMPORTANTE - antes de perguntar sobre objetos e coisas amaldiçoados leia meu artigo sobre o tema aqui.

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