segunda-feira, 28 de abril de 2014

ISABELLY SABRINNY - MEU TRIBUTO


Meu encanto, quero compartilhar uma história no 2° livro de Reis 5.1-14

Naamã, o herói valoroso, que possuía lepra, poderia nunca ter sido curado se não fosse por intermédio de uma menina, a bíblia não diz que foi uma grande mulher que anunciou sobre o profeta Eliseu, homem de Deus, foi apenas uma menina (em outras traduções está escrito: uma jovem).


Uma simples menina, serva da esposa de Naamã, que havia sido levada presa; ela tinha de tudo para não se importar pois não estava na melhor das situações, talvez ela fosse desprezada na casa de Naamã, tida como uma escrava, rejeitada, provavelmente ela se sentia sozinha longe de sua família e amigos, sabendo que poderia nunca mais vê-los, mas nenhuma dessas prováveis situações a atrapalhou, porque acima disso ela acreditava no Deus de Israel. Ela sabia que o Verdadeiro Deus era um Deus de milagres.

A menina da história de Naamã foi corajosa, e teve compaixão do seu senhor, ela foi a luz na vida daquele homem, ela foi o sal, ela fez a diferença. Talvez em sua vida, você pense que é apenas uma menina, (e já conversamos sobre isso). Mas, Deus nunca escolheu os maiores, Ele sempre chamou os menores, porque são os mais simples, são os mais humildes. Ele olhou para a menininha, simples serva, e fez dela uma anunciadora do caminho, uma cooperadora no milagre.

Não queira ser melhor do que os outros, queira ser melhor para os outros e para Deus, a menina da história não se deixou levar pelo que estava vivendo, mas creu que a salvação de seu senhor era mais importante, o versículo 15 diz que depois de curado, Naamã volta ao profeta Eliseu e reconhece que o Deus de Israel é o único, e acredito que depois disso tudo foi diferente pois ele se converteu!

Você tem sido benção para muitos, tem servido com ternura e alguns deles já vieram a nossa igreja. Seja sempre uma menina usada por Deus – sê tu uma benção.

Amo como ama o amor!

domingo, 27 de abril de 2014

MEDITANDO NOS DRAMAS DA VIDA - CIÚMES


“Vendo, pois, seus irmãos que o pai o amava mais que a todos os outros filhos, odiaram-no.” Gn 37.4

A família de Jacó era um caldeirão em ebulição. Seus filhos não eram flor que se cheira. José passou uns maus bocados nas mãos de seus irmãos. Eles tinham ciúme dele, pois era o filho predileto do pai. Um dia resolveram matá-lo. Mas, por intervenção de Ruben, acabaram tomando uma decisão menos radical. Venderam-no como escravo para o Egito. Por divina providência, esse expediente acabou sendo usado por Deus para salvar a própria família de Jacó. Porém, a soberania de Deus não anula a responsabilidade humana.

Há muitas famílias que ainda sofrem por causa do ciúme. Há pais que ainda cometem esse erro de amar mais um filho do que outro. Há pais que ainda semeiam discórdia entre os filhos, demonstrando favoritismo por um em detrimento dos outros. Há irmãos que em vez de viverem como amigos comportam-se como competidores. Em vez de se alegrarem com o sucesso do outro, não medem esforços para derrotá-los e destruí-los. O ciúme é uma atitude mesquinha. É um pecado que ofende a Deus, atormenta a alma, adoece a família e ameaça o próximo.

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quinta-feira, 24 de abril de 2014

MEDITANDO NOS DRAMAS DA VIDA - DOR


“e disse: Nu saí do ventre de minha mãe e nu voltarei; o Senhor o deu e o Senhor o tomou; bendito seja o nome do Senhor!.”Jó 1.21

A família de Jó passou por um terrível drama. Jó era um homem rico e um pai exemplar. Sua vida estava certa com Deus e com os homens. Deus testificou de sua integridade, mas Satanás questionou suas motivações. Deus permite a Satanás tocar em seus bens, em sua família e em sua saúde. Deus, então, constitui Jó em seu advogado e Satanás tira de Jó seus bens, seus filhos e sua saúde. Jó vai à falência. Perde seus dez filhos num único acidente e enterra todos eles no mesmo dia.

Assolado por uma dor indescritível, prostra-se, adora a Deus e diz: “O Senhor Deus deu, o Senhor Deus tomou, bendito seja o nome do Senhor”. O sofrimento de Jó não parava aí. Foi afligido também por uma doença terrível. Seu corpo ficou coberto de feridas. Sua pele necrosou sobre os ossos pontiagudos. Perdeu o apoio da mulher e ainda recebeu injustas acusações dos amigos.

Nesse mar revolto de dor, Jó não blasfemou contra Deus. Ao fim, o Senhor restaurou sua sorte, e devolveu-lhe o dobro de tudo quanto possuíra. O Deus de Jó é também o seu Deus. Espera nele e sua restauração brotará sem demora!


quarta-feira, 23 de abril de 2014

MEDITANDO NOS DRAMAS DA VIDA - INVEJA


“O ânimo sereno é a vida do corpo, 
mas a inveja é a podridão dos ossos.”
Pv 14.30

A inveja é um sentimento medíocre. É filha da ingratidão e mãe da infelicidade. O invejoso em vez de alegrar-se com o que tem, entristece-se com o que os outros têm. Isso aconteceu na família de Adão e Eva. Seus filhos Caim e Abel receberam as mesmas instruções. Aprenderam a adorar a Deus. Caim era lavrador e Abel pastor de ovelhas. Ambos vieram ofertar ao Senhor. Caim trouxe dos produtos da terra e Abel das primícias do seu rebanho.

Deus se agradou de Abel e de sua oferta, mas não se agradou de Caim e de sua oferta. Antes de receber a oferta, Deus precisa receber o ofertante. Antes de colocarmos nossa oferta no altar precisamos apresentar a Deus a nossa vida. Deus não se agradou de Caim. Por conseguinte, não se agradou de sua oferta. Em vez de Caim reconhecer seu pecado e imitar seu irmão Abel, encheu-se de inveja e resolveu matá-lo. Seu ódio velado transformou-se em dissimulação criminosa. Caim chamou seu irmão para uma armadilha e, depois de matá-lo, tentou ainda amordaçar sua consciência, fugindo da responsabilidade. Cuidado com a inveja!

Leia ainda – O Drama do Medo

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MEDITANDO NOS DRAMAS DA VIDA - MEDO


“Ele respondeu: Ouvi a tua voz no jardim, e, porque estava nu, tive medo, e me escondi.”Gn 3.10

O primeiro sintoma do pecado no mundo foi o medo. Depois que Adão pecou, passou a ter medo de Deus em vez de deleitar-se nele. Esse medo o levou a se esconder de Deus e a criar mecanismos de fuga. O medo é mais do que um sentimento, é um espírito que nos paralisa. O apóstolo Paulo fala do espírito de medo (2Tm 1.7). Na família sempre lidamos com o medo. Alguns têm medo de casar e outros de ficarem solteiros. Muitos têm medo de doença e também da morte. O medo pode ser positivo ou negativo. Pode salvar-nos ou nos fazer perecer.

Quando o medo é um sinal de alerta diante de um perigo é positivo. Porém, o medo pode nos fazer encolher diante das situações difíceis e tirar nossos olhos de Deus. Adão e Eva, depois que caíram em pecado, em vez de buscarem abrigo em Deus, temeram e fugiram de Deus. Em vez de confessarem sua culpa, criaram mecanismos de escape. Em vez de reconhecerem seu erro, começaram a acusar um ao outro. Muitos, ainda hoje, por causa do medo estão fugindo de Deus quando deveriam estar correndo para Deus.

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sexta-feira, 18 de abril de 2014

A EXCELÊNCIA DA VIDA


Para muitas pessoas, o sentido da vida é comer, beber e se divertir. O trabalho é apenas a fonte dos recursos para a provisão da comida, da bebida e da diversão. Esta filosofia de vida acompanha o ser humano desde muito cedo. O profeta Isaías, há 2.500 anos), convivia com esta profissão de fé sobre a vida (Isaías 22.13).

Se é só para isto que trabalhamos, não é de admirar que reclamemos do atendimento que recebemos como usuários ou consumidores. Viver é mais que comer, beber e brincar. Pode ser outra a nossa crença sobre a vida. A vida é mais quando é missionária, isto é: a vida é realmente vida quando vivida na perspectiva da missão. Os pais, por exemplo, tiram prazer do suor do trabalho para criar bem seus filhos ou mesmo para lhes deixar bens. A paternidade é uma respeitável missão. Felizes são os que a levam a sério.

A vida mais excelente está mais além: está no amor que não espera retorno, senão o retorno do amor em si mesmo, se é que se lhe pode chamar de retorno. Viver de modo excelente é envolver-se em sentimentos e gestos que tornam dignas vidas postas abaixo da dignidade. Esta indignidade serve a interesses poderosos, aos quais é preciso enfrentar, o que implica em pagar um preço (1Corintios 25.32).
Enfrentando altruisticamente esses interesses ou afundando-nos no egoísmo, morreremos. Nossa morte será digna se a nossa vida tiver sido digna. Uma vida digna é uma vida missionária.

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PARA QUE(M) VOCÊ VIVE?


O que faz de uma pessoa uma grande pessoa? É o que cremos que nos leva a fazer muito ou a não fazer nada. É o que cremos que nos dá a razão pela qual fazemos o que fazemos. E a razão pela qual fazemos é a nossa real remuneração, não o dinheiro auferido.

Neste sentido, o compositor Johan Sebastian Bach deixou um legado duplo: sua própria obra e a motivação que o levava a compor. Esta motivação está manuscrita nas suas partituras, onde se leem algumas iniciais latinas: I.N.J. ou JJ., pintadas no começo das folhas, ou SDG, deixadas no final da composição:

I.N.J. é "In Nomine Jesu" ("Em nome de Jesus").
J.J. é "Jesu Juva" ("Ajuda-me, Jesus").
SDG é "Soli Deo Gloria" ("Glória somente a Deus").

Talvez pensemos: uma pessoa bem sucedida pode fazer esses registros. No entanto, Bach era órfão desde os dez anos de idade; viúvo, teve que cuidar de quatro crianças; tendo casado de novo, dez dos seus filhos morreram na infância, Seus chefes na igreja e na cidade tinham sérias objeções ao seu trabalho. O gênio da música, assim mesmo, dedicava suas obras a Deus, por cuja graça se sentia amado e sustentado.
Por isto, continuou com seus I.N.J., J.J. e SDG.

Para que(m) você vive?
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quarta-feira, 16 de abril de 2014

HUMILDADE


Boa parte de nós tem orgulho de alguma virtude, mesmo que ela não seja vista como tal pelos outros. Ao mesmo tempo em que temos qualidades que fazem com que nos sintamos relevantes, essa virtude se torna um vício.

Alguns temos orgulho de não ter papas na língua, o que nos faz achar que devemos falar tudo o que acharmos que devemos. Quando nos sentimos orgulhosos, nós nos consideramos superiores aos outros, que, no caso -- assim achamos -, não são tão francos como nós somos. Ao nos sentirmos orgulhosos, não consideramos mudar nosso jeito de ser, porque seria abrir mão de uma virtude, embora não seja a virtude o problema, mas o vício.

Nessas horas, seria muito bom irmos à sabedoria bíblica dos Provérbios, que também nos dizem.
"O orgulho só traz brigas; é mais sábio pedir conselhos". (Pv 13.10)
"O orgulhoso acaba sendo humilhado, mas quem é humilde será respeitado". (Pv 29.23)

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A TEOLOGIA DO GOL


PENSANDO AQUI SOBRE AS COISAS EFÊMERAS DA VIDA...

Num mundo que celebra o relativismo, o futebol é festejado como uma paixão. Torcer por um time parece ter ficado como o último bastião do absoluto. As pessoas trocam de esposa, trocam de país, trocam de religião, trocam de sexo, mas não trocam do clube pelo qual torcem.

Futebol é esforço de quem joga e arte para quem vê. As pessoas choram quando seu times perdem e choram quando ganham. Os grandes atletas são chamados de ídolos e, às vezes, de deuses. Num estádio, as torcidas têm gritos de guerra e hinos de louvor aos seus escudos, cantados com emoções definitivas. Em algumas situações extremas e bandidas, a guerra das torcidas não é apenas um ritual mas um espaço em que inimigos literalmente se matam.

Como virou também um grande negócio, tem futebol praticamente todos os dias na televisão, com diversas competições. Ao mesmo tempo, esta paixão pelo futebol é uma metáfora do vazio, porque a vitória de hoje não garante a da próxima rodada, o herói incensado numa semana é vaiado no mesmo campeonato. O campeão de um ano desce ao nada no ano seguinte.

Um jogo é lembrança que pode encantar por algum tempo mas se desvanece. Um resultado só vale pelo que conquista. Futebol é passatempo. No máximo, é perenizado em troféus guardados em armários e galerias.Devemos degustá-lo como ele é: espetáculo.

Não tem valor eterno. Nada faz por nossa vida, além da passageira alegria. Este é o lugar que devemos lhe dar. Mais que isto, é idolatria.

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NÃO - UM SINAL DE MATURIDADE


O modo como vivemos hoje tem a ver com o modo como fomos tratados na infância. Por alguma razão, algumas pessoas têm as suas vontades sempre atendidas por seus pais ou responsáveis, o lhes leva a pensar que, adultos, nada lhes pode ser negado. Há adultos que acham que todos os seus desejos devem ser atendidos, como se pudessem fazer tudo que quiserem. O vocabulário popular chama a essas pessoas de "mimadas". Como pais, devemos dizer "não" a nossos filhos. Como adultos, precisamos saber que nem sempre podemos fazer o que queremos ou ter ou que desejamos. Aceitar que a vida é feita de "nãos" é um sinal de maturidade.

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domingo, 13 de abril de 2014

SE PREPARANDO...


Nunca nos prepararmos para a nossa própria morte. Esta é uma razão porque tão tantas pessoas têm um seguro de vida ou um plano funeral.

Somos filhos de Deus e nosso destino é também a morte. A vida eterna a inclui. Jesus, antes de ser glorificado, experimentou-a, embora tivesse pedido que ficasse livre dela. Não devemos desejá-la, o que não faz nenhuma diferença. Ela virá, a menos que Jesus volte antes dela.

Devemos viver prontos para morrer. Devemos viver de modo que, diante de nosso caixão, as pessoas não precisem se esforçar para encontrar qualidades em nós. Devemos viver de medo que as pessoas venham a chorar em nosso sepultamento. Devemos fazer amigos hoje. Na morte não fazemos amigos.

Uma das mais saborosas promessas da Bíblia é que não precisamos ficar apavorados com a morte. Quando termos certeza sobre o que nos acontecerá após a morte, não precisamos nos horrorizar diante da perspectiva certa de nosso passamento. Jesus nos oferece vida eterna desde agora. Ele veio exatamente para nos dar esta garantia. Por isto, ele foi primeiro e prepara uma casa para cada um que, nesta vida, o confessou como Salvador e Senhor de suas vidas (João 14.1-3).
Podemos ter esta certeza agora.

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sábado, 12 de abril de 2014


PENSANDO COM FUNDAMENTAÇÃO...

Avivamento sem prática e leitura da bíblia não existe. Torna-se evento e não movimento. Fica só na euforia, na excitação, na festa, na busca de sinais e prodígios, na superficialidade. Cedo há de dissipar-se, não se mantém, não sobrevive ao tempo, não tem como sustentar-se, passado o impacto inicial. Nem sempre produz santidade de vida, nem sempre mexe com o caráter do crente, nem sempre elimina certos defeitos de comportamento, nem sempre provoca renúncias corajosas e definitivas. A maior glória de um avivamento é levar os crentes a Palavra de Deus. Se, a partir do avivamento, a igreja de Deus se entregar à prática regular da leitura da Bíblia, da oração, do desabafo, da confissão, da restauração, da humildade, da descomplexação, da alegria e do poder, então a vida abundante de que falou Jesus (Jo 10.10) será uma deliciosa e continuada realidade.

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A TEOLOGIA DO RISO


Todos nós já vivemos ou estamos vivendo momentos em que ficamos imaginamos se vamos rir de novo algum dia. É um sentimento de que a alegria se foi, muitas vezes levada por circunstâncias, uma decepção amorosa, como a moça do filme, uma perda na família, uma enfermidade difícil e tantas outras coisas. Nessas ocasiões parece que sorrir de verdade, se torna quase impossível. No filme a moça acaba por descobrir o riso numa situação engraçada, mas muitas vezes na nossa vida essa alegria momentânea não é suficiente.
Precisamos do riso que vem de dentro para fora. Que está no nosso interior, sorrir não só com os lábios, mas com os olhos, com a alma. Esse riso só encontramos em Deus. Mas nada de hipocrisia, pois nem sempre vamos sorrir de verdade, mesmo confiando em Deus, teremos decepções e essas vão fazer com que muitas vezes a alegria vá embora. Jesus mesmo disse: “No mundo, passais por aflições; mas tende bom ânimo; eu venci o mundo” (Jo 16.33). E vamos nos perguntar: “Onde se escondeu o riso”?
Mas no momento certo descobriremos que ele apenas se camuflou no seu esconderijo, para depois nos surpreender, quando estamos mais necessitados dele, quando a vida grita dizendo: “Venha, pode me pegar”. Então, ele nos faz um convite de novamente enredar a vida com novas escolhas, novos sonhos, novas oportunidades. Deixamos de lado a dor, as lágrimas que choramos, o peso do dia a dia do trabalho, das obrigações e nos entregamos ao riso, rolando na grama colina abaixo, brincando de bola, peteca, como uma criança, “sufocando entre gargalhadas, gritinhos e falta de ar”. O riso é um amigo que quando achamos que nos abandonou; ele retorna com flores, abraços e um travesseiro fofo.
Fecho essa pequena reflexão com uma frase de Karen Burton Mains: “O riso é um bom amigo de Deus”.

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quinta-feira, 10 de abril de 2014

CARENTE DE DEUS


SENTINDO-ME IMPOTENTE DIANTE DE ...
O Apóstolo João escrevendo a um filho na fé, chamado Gaio, que era uma pessoa muito hospitaleira, disse: O presbítero ao amado Gaio, a quem eu amo na verdade. Amado, acima de tudo, faço votos por tua prosperidade e saúde, assim como é próspera a tua alma. Pois fiquei sobremodo alegre pela vinda de irmãos e pelo seu testemunho da tua verdade, como tu andas na verdade. Não tenho maior alegria do que esta, a de ouvir que meus filhos andam na verdade. Amado, procedes fielmente naquilo que praticas para com os irmãos, e isto fazes mesmo quando são estrangeiros… (3 João 1-6)
Perceba que o chama de “amado” e, como se não bastasse, diz que o ama. Sobriamente, o presbítero elogia seu filho na fé e fala de sua alegria em relação “à prosperidade de sua alma”; e não faz segredo do seu agrado em relação ao bom testemunho que lhe chegou por terceiros. Bem, imagino o “gás” que essas palavras deram ao Gaio.
Bem, imagino como seria bom se ouvíssemos, de vez em quando, metade, um décimo, daquilo que João escreveu a Gaio. Deixa eu te dizer uma verdade. Deus escreveu um livro inteiro para te dizer que te ama; que, não importa as circunstâncias da vida, você continua na lista daqueles que ele amou de tal maneira que deu o seu Filho. Que a aliança que fez contigo permanece intacta; que aqueles encontros do seu quarto no silêncio da noite lhe são agradáveis e ansiados. E que ele ainda tem prazer em esclarecer as Escrituras, à medida em que você as ler. Ele conclui dizendo que você é querido não apenas como “o mundo” que ele amou, mas como uma pessoa cujo nome, cuja vida, cujos defeitos, pecados e eventuais virtudes ele conhece intimamente.
Como preciso, desejo e almejo ouvir isto todos os dias. Admito. Sou carente de Deus. Sou carente do seu amor. Anseio muito ouvir dele, todos os dias (ainda que indiretamente) algo assim: “você é um filho amado, em quem tenho prazer”. (lágrimas)

LOUVOR QUE TRAZ O CÉU


Jader Dornelles Santos (nascido em 1962) escreveu uma música que nos faz viver. Depois de falar sobre como é o céu e afirmar que não sabe quando chegará lá, ele adentra ao estribilho cantando:
"O céu é aqui, se eu tomo tempo pra louvar.
O céu é aqui, se eu me ajoelho para orar.
O céu é aqui, se eu aprendi a perdoar.
O céu é Jesus e onde Ele estiver o céu será ali".
O céu é aqui se eu tomo tempo pra louvar. Pode ser durante o louvor comunitário, pode ser a música suave que cantarolamos sem perceber, que o céu desce. O louvor pode ser uma excitação do corpo apenas, mas pode ser uma melodia de encontro, em que nossas almas são transportadas para a casa definitiva, sem saírem de onde estão.
Nesses momentos, a vida sorri, embora doam as dificuldades.
Nesses instantes, tudo faz sentido, embora as perguntas permaneçam.
Nessas horas, a vida é maior, embora aqui acrescentadas das alegrias de agora.
O louvor pode ser uma distração, um passatempo como qualquer outro, mas pode ser um instrumento de adoração, em que, reconhecendo nossa limitação, crescemos; olhando para Deus, mais nos entendemos e vemos o que podemos ser; agradecendo o que recebemos, nos alegramos com Quem em todo o tempo nos vê e ama.
Nesses momentos, esquecemos e nos lembramos.
Nesses instantes, cantamos e ouvimos.
Nessas horas, somos temporariamente levados para um mundo que ainda não é o nosso. (IBA)
Vou voltar a falar desse assunto.

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quarta-feira, 9 de abril de 2014

A TEOLOGIA DO TEMPO


Quando ouço que a água é um bem escasso e não renovável, que devemos usá-la com consciência, penso no meu TEMPO de vida e em como usá-lo com sabedoria.

De todas as coisas que podemos fazer com nosso tempo, a mais improvável é “doá-lo” — usá-lo como “serviço” gratuito aos outros –, porque a lógica diz que cada um deve usar o seu ou vendê-lo. Então contemplo o Natal de Jesus; e naquela manjedoura percebo Deus entrando no tempo para doá-lo inteiramente a nós. Ao iniciar sua vida pública, Jesus sabia que já lhe restava pouco tempo. Mas estava disposto a oferecê-lo.

Qual é o maior presente que alguém pode dar? Talvez a vida. Mas se déssemos “tempo”, não estaríamos dando “vida”? A nossa vida? Penso imediatamente em doação de tempo entre cônjuges, pais e filhos, família, amigos — e tempo para Deus! Sim, nosso presente maior para eles talvez seja nosso tempo. Já não falo do tempo que “me tomam”, mas daquele que, deliberada e alegremente, ofereço.

Gostaria de aprender a arte de doar tempo. Mais do que isso, doar “o melhor do meu tempo”, para que, quando meu relógio chegar a zero, eu saia do tempo rico em amizades.

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A TEOLOGIA DOS BALÕES


Na festinha de uma menina, filha de uma casal querido, tocou-me, antes do início, encher os balões. Os balões se comportaram muito bem. Eram rosas. Coloriram e alegram o ambiente. Resistiram até o fim. Ao final da festa, precisei ajudar a explodi-los. Vazios, ocupam pouco espaço. Cheios, parecem que ocupam o mundo.

Balões de festa (chamadas de bexigas, em outras lugares) são uma boa metáfora para os nossos projetos. Quando, murchos ainda, começam a ganhar o ar de nossos pulmões, representam os nossos sonhos. Cheios, penduradas na sala, são os nossos projetos. Ao fim, são estourados porque cumpriram seu objetivo: alegrar a festa.

Nasce o sonho, que se torna projeto, que culmina em realidade. Este é o ciclo, que precisamos renovar com novos sonhos e novos projetos.

Falhamos quando não temos projetos. Falhamos também quando permitimos que estourem nossos balões antes do fim da festa.

Precisamos, como balões, ficar no alto da sala, para que o alfinete da crítica não nos esvazie, para que o soco da amargura não nos trave, para que o ataque dos "sábios" que nada realizam não nos desanime. Há vidas que esperam por nós. Vamos alegrá-las com os nossos balões.

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segunda-feira, 7 de abril de 2014

INGRATIDÃO


A gratidão é a rainha das virtudes, mas a ingratidão é o delito mais vil. Ingratidão é pagar o bem com o mal. É ferir quem acariciou você. É desprezar quem prezou você. É dar as costas a quem estendeu a mão para você. Jesus sentiu essa dor quando foi abandonado pelos próprios discípulos. O apóstolo Paulo sentiu essa amarga realidade, quando estava preso em Roma. Diz ele: "Na primeira defesa, ninguém foi a meu favor, antes todos me abandonaram" (2Tm 4.16). A gratidão é uma ordenança divina: "... e sede agradecidos" (Cl 3.15). A Bíblia nos ensina: "Em tudo dai graças" (1Ts 5.18). Talvez você possa, ainda nesta semana, demonstrar gratidão a alguém que já abençoou sua vida. Talvez você possa falar palavras consoladoras a quem já encorajou você nos vales da vida. Talvez você possa procurar alguém que já foi ferido pela ingratidão e trazer um alento novo de vida para essa pessoa. Se a ingratidão é uma realidade dolorosa; a gratidão pode trazer uma cura milagrosa!


A TEOLOGIA DA SALVAÇÃO


A pregação do evangelho é o anúncio da salvação: Jesus salva o pecador da perdição, da condenação, do dia do juízo, das algemas eternas, do fogo eterno, das penas eternas, da morte eterna, do inferno ou do figurado lago de fogo e enxofre. Ele nos salva da separação definitiva e irreversível de Deus e dos que aceitam e experimentam a salvação.

Hoje há uma distorção enorme do anúncio da salvação. Pregam-se salvação da enfermidade física, salvação do sofrimento, salvação da miséria, salvação da auto-imagem. Tudo isso pode estar embutido eventualmente na salvação do pecado, mas não é a salvação maior, projetada pela misericórdia e pelo amor de Deus.

O anúncio da salvação confunde-se hoje com o convite de adesão a certo credo cristão (católico, ortodoxo ou protestante), a uma denominação evangélica (batista, presbiteriana, metodista, assembleiana, luterana, episcopal etc) e a um tipo de igreja (histórica ou tradicional, pentecostal ou carismática). Prega-se mais as virtudes de cada uma dessas expressões de culto do que as virtudes “daquele que vos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz” (1 Pe 2.9). É preciso saber se estamos enchendo as igrejas de salvos ou de adeptos desta ou daquela religião. Essa concorrência religiosa não pode esconder dos peca- dores o significado por demais solene e amplo da palavra salvação.

A TEOLOGIA DA CÃIBRA


Na versão do amalequita, Saul lhe teria dito: “Arremete sobre mim e mata-me, pois me sinto vencido de cãibra” (2 Sm 1.9). Saul não podia levantar-se, não podia lutar, não podia fugir — porque estava vencido pela cãibra. O rei estava imóvel, parado e derrotado, pois se achava vencido pela cãibra.

Mas não é só a cãibra que pode deixá-lo no chão. Às vezes você não é um vencido pela cãibra, mas é um vencido pelo sono, como Êutico, aquele jovem que caiu do terceiro andar e foi dado como morto (At 20.9). Às vezes você não é um vencido pelo sono, mas é um vencido pelo vinho (Is 28.1). Às vezes você não é um vencido pelo vinho, mas é um vencido pela mulher adúltera, cujos lábios “destilam favos de mel” (Pv 5.3) e “cujos pés não param em casa” (Pv 7.11).

Talvez você seja um vencido pelo temperamento, pela ira, pelo ódio, pela inveja, pela carne, pelo curso deste mundo, pela multidão ou pelo demônio.

Essa situação não é confortável, não é saudável, não é boa. Ser vencido por qualquer força estranha gera tristeza, gera remorso, gera desânimo, gera sentimento de inferioridade, gera vergonha, gera confusão, gera culpa, gera desespero. Você não é obrigado a ser vencido pelo mal. Essa rotina descabida precisa acabar. É você quem tem de vencer a cãibra, o sono, o álcool, as drogas, a preguiça, o amor ilícito, a incredulidade, a amargura, o maligno.

Insista na oração. Aprenda a dizer não a você mesmo. Não existe vitória sem renúncia, sem disciplina, sem perseverança. Assim como a criança começa a andar, comece a ceder, comece a abrir mão daquilo que o tornava vencido, comece a se acostumar com a vitória. Não vai demorar nada e você deixará de ser um vencido, para ser um vencedor. Por meio daquele que “sempre nos conduz em triunfo” (2 Co 2.14).

CONSOLO E SOFRIMENTO


Você deseja contar com um doce consolo nas ocasiões de sofrimento e tribulação? 

Nesse caso, nunca perca de vista a HUMANIDADE do seu Salvador. Ele é o ser humano Jesus Cristo, que se deitou nos braços d
a virgem Maria quando era um pequenino infante, e que conhece os corações humanos. Ele deixa-se sensibilizar pelo senso das nossas fraquezas. Ele experimentou, pessoalmente, as tentações lançadas por Satanás. Ele precisou enfrentar a fome. Ele derramou lágrimas. Ele sentiu dor. Confie n’Ele o tempo todo, em todas as suas aflições. Ele nunca haverá de desprezá-lo. Derrame diante d’Ele, em oração, tudo quanto estiver em seu ser, e nada Lhe oculte. Ele é capaz de simpatizar profundamente com o seu povo.

O Senhor Jesus é precisamente o Salvador de que necessitam aqueles que padecem e vivem na tristeza. Ele sabe muito bem o que queremos dizer, quando Lhe contamos, em oração, as nossas tribulações. Ele é perfeitamente capaz de simpatizar conosco quando, sofrendo debaixo de alguma cruel perseguição, clamamos a Ele. Não devemos esconder dEle coisa alguma. Devemos fazer Dele um amigo íntimo. Derramemos diante de Jesus os gemidos de nossos corações. Ele tem grande experiência pessoal com aflições.

sábado, 5 de abril de 2014

TRISTEZA


Uma grande fonte de TRISTEZA são os acontecimentos que nos sobrevêm. Neste caso, se é o seu caso, então, não farei como os amigos de Jó, pelo que não lhe trarei nenhum peso adicional, dizendo, por exemplo, que a culpa é sua.

Mas direi que lhe cabe perguntar-se: "Desde quando estou triste? Foi um acontecimento difícil (uma perda, uma enfermidade) que me roubou o prazer de viver? "

Não faça de conta que não está triste, porque está e deve estar. Jesus mesmo se entristeceu ao ponto de suar sangue.

Então, se um fato (ou uma sucessão imediata deles) tornou você uma pessoa triste, lembre-se que o luto (não importa qual seja a razão do choro, tendo morrido alguém ou não) é uma experiência necessária, que começa com o reconhecimento da perda, mesmo sob protestos veementes, e segue a passos lentos, até à retomada da vida. 
A alegria retorna na esteira vagarosa da aprendizagem: todos estamos sujeitos a surpresas dolorosas, que não podem ser nossos senhores. Temos Um, sobre Quem a Bíblia diz que a alegria dEle é a nossa força (Neemias 8.10).

Aos poucos, vamos sendo capacitados para retomar nossas atividades, as que forem possíveis, e nos envolver em outras, que nos ajudem a desejar estar com as pessoas, nos mandem sonhar de novo com outras possibilidades de vida e que nos animem a ver que vale a pena viver, admitida a força da saudade. 

Você ainda voltará a entoar canções alegres.
Um dia você olhará para trás e cantará: Senhor, "mudaste o meu pranto em dança, a minha veste de lamento em veste de alegria" (Salmo 30.11).

A TEOLOGIA DO "BEIJO"


UM BEIJO...

O beijo é uma expressão de amor. Beija-se aquele que se quer por perto, aquele que se ama, aquele que dá alegria. 

Não é fácil beijar o estranho, o desafeto, o inimigo. Não é fácil beijar aquele que nos causou profunda dor, aq
uele que se houve traiçoeiramente conosco.

Não obstante está registrado nas Escrituras que Davi beijou Absalão (2 Sm 14.33). Não foi um beijo fácil, pois Absalão, cinco anos antes, havia matado à traição a Amnom. Os dois eram filhos de Davi, o morto e o assassino. Amnom era o primogênito do rei e Absalão era o terceiro. Para não ser punido, Absalão fugiu para a casa do avô em Gesur, logo após o crime e lá ficou por três anos. Davi permitiu que Absalão voltasse para Jerusalém com a condição de os dois não se encontrarem. E assim foi por dois anos, ao cabo dos quais Davi mandou chamar a Absalão e então o beijou. Entre o crime e o beijo passaram-se cinco anos.

A continuação da história mostra que Absalão não se comoveu com aquele beijo tão difícil da parte do pai. Ele liderou uma conspiração contra o rei e o obrigou a fugir de Jerusalém.

O importante, todavia, é que Davi conseguiu tocar com os seus lábios o rosto de Absalão, o matador de Amnom, seu outro filho. Percebe-se que não foi de uma hora para outra, sem consistência, sem perdão, sem amor. Houve uma escalada, talvez vagarosa, mas que terminou com o beijo. Primeiro, Davi deixou de perseguir a Absalão (2 Sm 13.39). Depois, o coração do rei começou a inclinar-se para Absalão (2 Sm 14.1). E, por fim, a culminância do beijo.

O que aconteceu com Davi precisa acontecer com você. Vá devagar, mas vá em frente. Até que você tenha condições de dar um beijo naquele que uma vez o deixou muito triste.

A TEOLOGIA DO "GOLPE"


TEOLOGIZANDO SOBRE...

Na hora do golpe, só conseguimos olhar para baixo e ver apenas o chão duro, o chão frio, o chão sujo, a nos dar boas-vindas, como se fosse a nossa casa definitiva. Antes da queda anunciada, ainda nos perguntamos como será a nossa vida daqui para a frente. Na verdade, não imaginamos que possa haver vida daqui para a frente. Então, confirmamos, com gosto de enxofre na boca, que somos mesmos vasos de barro, que o vento mais forte torce, a pressão mais tensa afunda, o aguaceiro mais denso fura, o sol mais quente esmigalha. Nessa hora, o golpe já desferido, também precisamos confirmar que dentro deste (nosso) vaso de barro está escondido um belo e indestrutível tesouro. Feitos à imagem-semelhança de Deus, somos habitados pelo Espírito dele, que monta guarda em nossos corações como um leão afiado. Por isto, podemos ser pressionados, mas não precisamos ficar desanimados; podemos nos sentir perplexos, mas sem nos desesperar; podemos ser perseguidos, mas não somos vencidos; podemos ficar abatidos, mas jamais destruídos (2 Coríntios 4.7-9). Mesmo que sejamos esmigalhados pelo medo, pela solidão, pela mágoa e pela dor, a estrutura do tesouro dentro de nós permanece inabalável. A certeza nos deve servir de desafio (devemos crer no que somos pelo poder de Deus que atua em nós, não no que as ameaças dizem que somos) e de promessa (devemos esperar que a graça de Deus seguirá o plano-mestre que já aprovou para nós).

quinta-feira, 3 de abril de 2014

A TEOLOGIA DO "NOVO"


Novo professor, novo diretor, novo gerente, novo presidente, novo amante, novo computador, novo carro, nova casa, nova estrada, novos empréstimos, novo remédio, nova aparência, novo perfume, novas amizades, novos livros, nova situação, novas regras, novas leis, novas soluções, novos métodos, novas estruturas, nova ideologia, nova religião, novas emoções. Esse é o ideal escondido na alma de todo o mundo. O pior é que, quando o novo finalmente chega, ele logo envelhece e alimenta mais ainda a sede frenética de outro novo.

Esse anseio incontido e insatisfeito pelo novo só acabará com a TEOLOGIA DO NOVO. Não é qualquer novo que satisfaz a alma humana. O próximo novo terá de ser perfeito para não envelhecer, para não perder o sabor, para não perder a beleza.

A TEOLOGIA DO NOVO existe. Pode ser encontrada na religião, no cristianismo, no evangelho, nas promessas de Jesus.

Chama-se de TEOLOGIA DO NOVO o conjunto de coisas novas que estão em processo. Começa com o novo caminho em direção ao Santo dos Santos, que Jesus abriu com o seu sangue, isto é, com o seu sacrifício vicário (Hb 10.19-22, Jo 14.6). Começa com o novo mandamento, que coloca o amor acima da lei, acima do dinheiro, acima da violência (Jo 13.44). Começa com a nova aliança, que tomou o lugar da velha aliança que exigia tudo e não oferecia nada, que só amedrontava e barrava o crente de entrar na presença de Deus por causa de seu pecado (Mt 26.28, 1 Co 11.25, Hb 8.6-13). Começa com a nova criatura, aquele pecador que é interiormente transformado pela fé em Jesus, depois de ouvir a pregação das boas novas (2 Co 5.17). 

A TEOLOGIA DO NOVO se completa com a nova Jerusalém (Ap 3.12, 21.2) e com os novos céus e a nova terra (Is 65.17, 66.22, 2 Pe 3.13, Ap 21.1), nos quais habitará a justiça. Daí para frente nada mais será novo. Porque não haverá mais sede, não haverá mais fome, não haverá mais vazios, não haverá mais sonhos, não haverá mais utopias, não haverá desapontamentos, não haverá mais tédio, não haverá mais anseios. A TEOLOGIA DO NOVO encerra o ciclo que se caracteriza pelo cansaço da busca de um novo que nunca resolvia o problema da ansiedade humana e exigia sempre outro novo logo em seguida, que provocava o mesmo fastio. Junto com a TEOLOGIA DO NOVO virá também novo cântico (Ap 14.3).

O AUTO ENGANO - Uma luta interior...

O salmista perguntou: “Quem há que possa discernir as próprias faltas?” (19.12). Também pediu: “Sonda-me, ó Deus, e conhece o meu coração: prova-me e conhece os meus pensamentos; vê se há em mim algum caminho mau, e guia-me pelo caminho eterno” (139.23-24). Percebe-se que os mecanismos de auto-engano e da dissimulação são muito sutis. Portanto, esvaziemo-nos de nossa auto-suficiência. Busquemos a verdadeira renovação espiritual, promovida pelo Espírito Santo. Só Ele esquadrinha o coração, prova os pensamentos, e dá a cada um segundo o seu proceder, segundo o fruto de suas ações.