sábado, 4 de outubro de 2014

AMOR - Professor Pádua


“Porque Deus não nos deu o espírito de covardia, mas de poder, DE AMOR e de moderação” - 2 Timóteo 1:7

O ESPÍRITO DE AMOR ("ágape", no grego) que Deus nos dá é o amor que surge na mente e na vontade e se realiza nas emoções. Este tipo de amor é um dom de Deus, porque só Ele o tem naturalmente, nós o recebemos dEle sobrenaturalmente. Só Ele o tem, mas Ele no-lo dá.

Sua primeira manifestação, portanto, é receptiva. Deus nos dá o espírito de ser amado por Ele. A timidez age aqui também sobre nós, impedindo que aceitemos este amor. Este amor em nós é produtivo, no sentido que nos impulsiona para fora de nós mesmos, em direção a Deus e ao outro.

O amor que Deus nos dá é o amor que se esvazia de si mesmo, como Seu Filho fez. É o amor que não existe na troca (dar-receber). Isto está contra a nossa natureza, contra os nossos genes. É este amor-entrega a Deus que faz o servo de Deus se dispor a sofrer as conseqüências do poder do Evangelho em sua vida. É este amor-auto-esvaziado que nos impulsiona a amar as pessoas, mesmo os inimigos.

Se alguém pudesse me interromper, gritaria:
-- Alto lá, pregador. Você está sendo teórico demais, poético demais.

Pois eu respondo, não temos amado deste modo, mas nós temos o poder de amar assim, porque Deus no-lo deu. Não é Ele o teórico: somos nós.
E só não somos práticos porque temos medo, embora saibamos que o Pai não nos legou com o espírito da covardia. Não precisamos ter medo de amar, porque temos o dom de amar como o Pai nos ama, como Seu Filho nos ama, como Seu Espírito nos ama.

Nos abençoe!
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