quinta-feira, 26 de junho de 2014

TEMPESTADES DA VIDA


“Mestre, não te importa que pereçamos (Marcos 4.38)
Com esperança e sobriedade, dedico este texto para Silva Jana 

Essa pergunta nasceu do ventre de uma grande crise. Seu parto se deu num berço de muito sofrimento. Os discípulos estavam vendo a carranca da morte. O mar embravecido parecia sepultar suas últimas esperanças.

Depois de esgotados todos os esforços e baldados todos os expedientes humanos, eles clamaram a Jesus: “Mestre, não te importa que pereçamos”.

Esse grito evidencia o medo gerado pela tempestade. A tempestade provoca medo em nós, porque ela é maior do que nós. Em tempos de doença, perigo de morte, desastres naturais, catástrofes, terremotos, guerras, comoção social, tragédias humanas, explode do nosso peito este mesmo grito de medo e dor:
“Mestre, não te importa que pereçamos?” (Mc 4:38).
Mateus registra: “Senhor, salva-nos! Perecemos!” (Mt 8:25).
Lucas diz: “Mestre, Mestre estamos perecendo!” (Lc 8:24).

Um dos sentimentos que nos assaltam na hora da tempestade é que Deus não se importa conosco. Somos apressados em concluir que ele está indiferente à nossa dor. Mas quando julgamos que ele está longe ou indiferente, ele sabe o que está fazendo. Não há Deus como o nosso que trabalha para aqueles que nele esperam. Ele trabalha no turno da noite preparando algo melhor e maior para a nossa vida. Quando ele permite a tempestade é porque está desejoso de nos ensinar profundas lições de vida.

Nos abençoe!
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