quinta-feira, 19 de junho de 2014

Raiva...


Na hora da raiva, agimos.
Passada a raiva, descobrimos que não devíamos ter feito o que fizemos.
Diante da triste descoberta, podemos manter o que fizemos. Certamente, encontraremos desculpas para continuar assim, mesmo que, por dentro, estejamos agitados. Não faltarão os que dirão que agimos certos e temos que ficar firmes. Nesse caso, nós sabemos que estávamos e estamos errados.

Diante do erro cometido, podemos tentar nos manter indiferentes. Dizemos a nós mesmos: esqueçamos o passado. Até podemos esquecer o passado, mas as conseqüências do nosso erro se encarregarão de nos lembrar o mal que fizemos.

Diante do ato movido pela raiva, primeiramente precisamos admitir que nos descontrolamos. Agora é a hora da confissão. Erramos. A raiva não nos absolve. Confessemos que erremos.

Em segundo lugar, precisamos voltar atrás. Estávamos errados e não vamos continuar errados.
Se ofendemos, pediremos perdão.
Se houver como reparar o dano, vamos reparar.
Essas atitudes demandam humildade, uma virtude dos fortes.
Sobretudo, deve ficar a lição de que não podemos tomar decisões importantes sob o descontrole que a raiva produz em nós.
Esta deve ser uma lição para sempre.

Nos abençoe!
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