sexta-feira, 9 de maio de 2014

GRAÇA QUE CURA


Philip Yancey conta no seu livro "Maravilhosa graça" que um homem, nocauteado pelo desemprego, tornou-se viciado em pornografia. Assim, todas as tardes, ao fim de um dia de busca por trabalho, passava numa locadora e arrastava os filmes pornográficos que veria em casa. Numa noite, a esposa acordou, percebeu o que se passava, nada disse, nada fez e voltou para dormir. Numa outra noite, a esposa acordou, percebeu o que se se passava, nada disse, mas se assentou ao seu lado e chorou; depois, levantou-se e voltou para a cama. Naquele momento, o homem foi curado. Teve algumas recaídas, mas ficou livre do vício.

Outro autor recorda, na mesma linha, que, após uma mensagem numa igreja sobre o impacto da nossa infância sobre as nossas vidas, contou uma história de uma menina que foi alvo de abuso. Enfático, disse que aquela menina nunca mais se recuperaria daquele trauma. Ao final, um ouvinte o procurou e disse que ele não podia falar aquilo:
- Como fica a graça de Deus: ela não restaura a pessoa?
Reconhecendo seu bem-intencionado erro, a partir daí, quando referia aquele episódio, ressalvava:
- Se não for a graça de Deus, uma menina abusada sexualmente nunca mais se recuperará.

Estas duas histórias mostram que estão erradas aqueles pessoas que, diante de seus traumas, vícios ou maus hábito, não há solução possível. Trata-se de uma mentira que não podemos escutar e nem repetir. Todos nós temos jeito porque a graça de Deus se expressa na salvação para a eternidade e também para uma vida transbordante aqui e agora (João 10.10).

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