quarta-feira, 9 de abril de 2014

A TEOLOGIA DOS BALÕES


Na festinha de uma menina, filha de uma casal querido, tocou-me, antes do início, encher os balões. Os balões se comportaram muito bem. Eram rosas. Coloriram e alegram o ambiente. Resistiram até o fim. Ao final da festa, precisei ajudar a explodi-los. Vazios, ocupam pouco espaço. Cheios, parecem que ocupam o mundo.

Balões de festa (chamadas de bexigas, em outras lugares) são uma boa metáfora para os nossos projetos. Quando, murchos ainda, começam a ganhar o ar de nossos pulmões, representam os nossos sonhos. Cheios, penduradas na sala, são os nossos projetos. Ao fim, são estourados porque cumpriram seu objetivo: alegrar a festa.

Nasce o sonho, que se torna projeto, que culmina em realidade. Este é o ciclo, que precisamos renovar com novos sonhos e novos projetos.

Falhamos quando não temos projetos. Falhamos também quando permitimos que estourem nossos balões antes do fim da festa.

Precisamos, como balões, ficar no alto da sala, para que o alfinete da crítica não nos esvazie, para que o soco da amargura não nos trave, para que o ataque dos "sábios" que nada realizam não nos desanime. Há vidas que esperam por nós. Vamos alegrá-las com os nossos balões.

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