quarta-feira, 20 de novembro de 2013

OS RICOS ENCORAJAMENTOS À ORAÇÃO


OS RICOS ENCORAJAMENTOS À ORAÇÃO

Existe uma maravilhosa conexão entre esta lição e aquele que lhe antecede. Queremos saber quando estar em “silencio” e quando “falar”? quando devemos apresentar as coisas “santas” e quando expor as nossas “pérolas”? Então devemos orar. Este é um assunto ao qual o Senhor Jesus evidentemente atribui grande importância. A linguagem que ele usa é uma prova clara. Ele emprega três vocábulos diferentes para exprimir a idéia de oração: “pedi... buscai... batei...” Jesus reserva as maiores e mais ricas promessas para os que oram. “pois todo o que pede, recebe”. Ele ilustra a disposição de Deus em ouvir as nossas orações, mediante um argumento extraído da prática corriqueira dos pais para com os seus filhos. Ainda que os pais sejam maus e egoístas por natureza, não negligenciam as necessidades de seus filhos segundo a carne. Muito mais um Deus de amor e misericórdia atenderá aos clamores daqueles que são seus filhos, mediante a graça. Será que sabemos pedir, buscar e bater? Por que razão não saberíamos? Nada existe tão simples e claro quanto a oração, se o homem tem o desejo de orar. Mas, infelizmente, não existe nada que os homens menos se disponham a fazer. Eles fazem uso de muitas formas de religiosidade, cumprem muitas ordenanças e fazem muitas coisas que estão certas, mas não estão dispostos a orar. Todavia, sem oração, nenhuma alma jamais se salvará.

Extraído do Livro Meditações no Evangelho de Mateus de J. C. Ryle
Editora Fiel, pág. 47.
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