quinta-feira, 19 de setembro de 2013

NOSSAS DÍVIDAS E NOSSOS DEVEDORES


Rogamos ao Pai que nos perdoe “as nossas dívidas assim como nós temos perdoado aos nossos devedores”. Esta é a única declaração de um compromisso nosso para com Deus que aparece em toda a oração, e a única parte da oração na qual Jesus se detém para fazer um comentário posterior. Jesus nos relembra que não devemos esperar o perdão, quando oramos, se o fizermos com malícia ou rancor do coração, para com os outros. Orar com tal atitude mental é mero formalismo e hipocrisia. É ainda pior do que hipocrisia. É como dizer: “Não me perdoe”. Nossa oração nada vale sem amor. Não devemos esperar ser perdoados, se nós não conseguimos perdoar.

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Extraído do livro
Meditações no Evangelho de Mateus – J. C. Ryle, pág. 40

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