sábado, 3 de agosto de 2013

O FUTURO DO LIVRO


Por vezes, todos os que leem a Bíblia como o livro maior de suas vidas, com o desejo que o seja para todos, se deixam perturbar pela sombra da irrelevância que paira sobre ela. É como se uma profecia estivesse se cumprindo: "Mais um século e não haverá sequer uma Bíblia na face da terra".

No entanto, há coisas que não conferem com o sombrio vaticínio. Só no Brasil, uma única editora imprimiu e vendeu 100 milhões de Bíblias em algumas décadas. Estive na gráfica desta publicadora, com máquinas capazes de imprimir todo grosso Livro em apenas três minutos. A casa só tem um problema: dar conta da demanda, continuadamente aquecida. 

De novo, como uma espada de Dâmocles, a frase ameaça: "Mais um século e não haverá sequer uma Bíblia na face da terra". A frase é atribuída a Voltaire, no século 18, mas não encontrei a fonte. Voltaireana ou não, é frase antiga. Buscar a fonte de uma frase é prática do bom rigor científico. Acionar as regras da ciência para falar da Bíblia pode parecer um paradoxo, mas não é. O uso da tecnologia para produzir Bíblias bonitas e precisas é outra prova que ciência e religião podem e devem andar de mãos dadas para o bem da humanidade. 

Quando a humanidade lê a Bíblia, a esperança é uma possibilidade. Quando mais se lê a Bíblia, mas civilização se tem. Quando mais se leva a sério a Bíblia, mais vida há.

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