sábado, 27 de julho de 2013

O BATISMO


Aprendamos a considerar com reverencia a ordenança cristã do batismo. Uma ordenança da qual o próprio Senhor Jesus participou não pode ser tida como algo de somemos importância. Uma ordenança à qual o grande Cabeça da igreja se submeteu, sempre deveria ser honorável aos olhos dos verdadeiros crentes.

Devemos ter o cuidado de não desonrar a ordenança do batismo. O batismo cristão é desonrado quando o tiramos de cena, não permitindo que se evidencie na congregação local. Uma ordenança que foi determinada pelo próprio Cristo não pode ser tratada dessa maneira. A admissão de todos os membros à igreja visível, quer jovens quer adultos, é um acontecimento que deveria suscitar um vivido interesse em qualquer assembléia evangélica. 

Esse é um evento que deveria invocar as mais fervorosas orações da parte de todos os crentes dedicados à oração. Quanto mais profundamente convictos ficarmos de que o batismo e a graça divina não estão sempre ligados um ao outro, tanto mais nos sentiremos impulsionados a orar coletivamente em favor de todos aqueles que forem batizados.

Extraído do Livro Meditações no Evangelho de Mateus de J. C. Ryle
Editora Fiel, pág. 18-19.

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