segunda-feira, 4 de junho de 2007

Vencendo a Morte

Não há solução para o problema da morte que os profissionais da saúde mental chamam de:

“a angustia básica de todo ser humano” (Ana Maria de Sousa Barbosa)

“a grande neurose das civilizações” (Roberto Chabo)

“uma das mais teimosas e iniludíveis manifestações da finidade e impotência humana, um fenômeno que não admite exceções” (J. J. Tanayo)

“A mais fria anti-utopia” (Block).

Em seu livro "Deus sabe que sofremos", Philip Yancey acrescenta que “a morte é um túnel assustado e nós somos sugados para dentro dele por força poderosa”.

Por maiores e mais brilhantes que sejam, não serão os avanços da ciência, da engenharia genética e particularmente da medicina que vão livrar você da morte.

A Bíblia assevera há muito tempo que “ninguém tem poder sobre o dia de sua morte” (Ec 8.8).

Ao mesmo tempo, só a Bíblia e os autores por ela influenciados fornecem não uma pálida esperança, mas uma trabalhada esperança de vitória sobre a morte.

É ai que entra a figura de Jesus Cristo. Ele é apresentado como aquele que “tornou inoperante a morte e trouxe á luz a vida e a imortalidade por meio de Evangelho” (2 Tm 1.10, NVI). Em outras versões, diz-se que Jesus “acabou com o poder da morte” (NTLH), “venceu a morte” (EP), “quebrou o poder da morte” (BV) ou “destruiu a morte” (EPC, CNBB e TEB).

Outra passagem garante que Jesus destruiu “aquele que tinha o poder da morte, a saber, o Diabo” para “libertar aqueles que durante toda a vida estiveram escravizados pelo medo da morte” (Hb 2.14-15).

Não há outra solução nem outra esperança para problema da morte. Em Jesus você pode confiar, porque Ele está destruindo todos os poderes anti-Deus e até a mais fria de todas as anti-utopias. Esta, a morte, é o último inimigo a ser reduzidos a nada (1 Co 15.25-26).

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