quarta-feira, 25 de abril de 2007

A Água da Vida

A caminhada da Judéia a Samaria deve ter durado a manhã inteira. Percurso a pé, sob o sol cada vez mais forte. Jesus estava “cansado da viagem” e com sede, talvez também suado e empoeirado. Então, ao meio-dia, Ele se assentou junto ao poço de Jacó para descansar as pernas e beber um copo d’água. Apesar do cansaço, da sede e da fome, Jesus iniciou uma longa e sábia conversa com a mulher samaritana que fora apanhar água do poço. Era uma senhora infeliz na vida conjugal, que tinha um histórico sentimental muito complicado. Já tivera cinco maridos e então vivia com outro homem. Essa mulher precisava de orientação, apoio e mudança. Ela tinha uma sede interior muito grande, que nem a água do velho poço, nem as sucessivas aventuras amorosas, não podiam satisfazer. E o Jesus “cansado da viagem” se revelou a ela como o Messias, chamado Cristo, que estava para vir, e lhe deu a “água viva” — aquela água misteriosa que mata a sede interior e ainda jorra para a vida eterna (Jo 4.1-26).

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